O Evangelho de Jesus, alcançando o Mundo!

Canal Luísa Criativa

Escola Bíblica Discipuladora - 3º Trimestre 2018 - Lição 12

terça-feira, 18 de setembro de 2018

MISSÕES 6...

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Ecumenismo e evangelização

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Dá-se o nome de ecumenismo ao esforço em prol da aproximação, diálogo, cooperação e até mesmo união orgânica das diferentes igrejas cristãs. O movimento ecumênico, tal como o conhecemos hoje, surgiu a partir da Conferência Missionária Mundial, realizada em 1910 em Edimburgo, na Escócia. A principal expressão atual desse movimento é o Conselho Mundial de Igrejas, criado na Holanda em 1948, que realizou no corrente ano, em Porto Alegre, a sua 9ª assembléia geral. Além desse, existem muitos organismos ecumênicos de âmbito continental, nacional e local.

Em sua motivação original, o ecumenismo foi uma reação contra as múltiplas e profundas divisões existentes no cristianismo. Segundo o Novo Testamento, Jesus desejou que os seus seguidores fossem um só corpo e orou pela união dos mesmos (Jo 17.11,20-23). No seu período formativo, a igreja teve como uma de suas principais características a coesão, a solidariedade, o amor fraternal. Todavia, ao longo dos séculos esse ideal foi abandonado. Surgiu a grande divisão entre cristãos latinos e gregos, que culminou no século 11; mais tarde, a separação entre católicos e protestantes, no século 16, e muitíssimas outras cisões ao longo da história.

No decurso dos séculos, houve alguns esforços sérios no sentido de sanar essa situação triste e embaraçosa, todos os quais se mostraram infrutíferos. A consciência do problema se tornou mais aguda no século 19, no contexto do grande movimento de missões mundiais empreendido pelas igrejas protestantes européias e norte-americanas. Os missionários que trabalhavam ao redor do mundo, especialmente na Ásia, África e América Latina, sentiram de modo intenso a dificuldade e a incoerência de testemunhar de Cristo e do seu evangelho estando divididos e competindo uns com os outros.

Assim, o ímpeto inicial do moderno movimento ecumênico resultou do objetivo maior de evangelizar o mundo de modo mais íntegro e eficiente, que foi a preocupação central da conferência missionária de Edimburgo. Todavia, com o passar do tempo, uma série de circunstâncias contribuiu para o desvirtuamento do ideal ecumênico. O principal problema foi o fato de que naquela mesma época, as igrejas protestantes históricas, aquelas que iniciaram o esforço ecumênico, estavam começando a sofrer mudanças significativas sob o impacto do liberalismo teológico.

Esse movimento, surgido na Europa no século 19, expressou o desejo de adaptar a fé cristã ao mundo moderno, especialmente às novas concepções filosóficas e científicas. O resultado foi o crescente questionamento de importantes convicções do cristianismo histórico, a começar da inspiração e autoridade das Escrituras.

À medida que transcorria o século 20, as posturas teológicas do movimento ecumênico foram se tornando mais abertas e radicais. Por exemplo, houve um debate sobre o caráter único de Cristo como Salvador e da fé nele como condição indispensável para a salvação. Surgiu entre muitos o entendimento de que as outras religiões mundiais também são caminhos válidos para Deus e de que as reivindicações exclusivas do evangelho e das igrejas cristãs são inaceitáveis. Daí a importância do diálogo inter-religioso e da valorização de outras tradições religiosas.

Uma das conseqüências dessas profundas transformações foi o surgimento de um novo conceito de missão. Com a crescente relativização das Escrituras, de Cristo e do evangelho, passou-se a entender a missão da igreja não em termos de reconciliação com Deus, mas de libertação social e política de pessoas e grupos marginalizados das situações de sofrimento e opressão em que vivem. A contínua ideologização das estruturas ecumênicas fez com que as principais causas abraçadas pelas mesmas fossem, por exemplo, movimentos de libertação nacional, as lutas de minorias étnicas, raciais ou religiosas e, posteriormente, os movimentos feminista e homossexual.

Por causa desses desdobramentos polêmicos, ocorreram, entre outras, duas grandes ironias. Primeiro, um movimento que visa a união das igrejas cristãs tem se tornado com freqüência um motivo de discórdia e separação. Em segundo lugar, um movimento que brotou do empreendimento missionário veio a ter um entendimento de missão que não mais considera importante e prioritária a evangelização do mundo. Ao invés de serem um instrumento da infusão dos valores cristãos no mundo secularizado e incrédulo, o movimento ecumênico e muitas igrejas associadas a ele têm abraçado muitas agendas de uma sociedade permissiva.

Apesar dos desvios do movimento ecumênico majoritário, o ideal da cooperação e do testemunho conjunto dos cristãos deve continuar sendo objeto dos interesses e esforços das pessoas de boa vontade. Todavia, é importante que isso seja feito sem se abrir mão das convicções centrais que caracterizam o cristianismo bíblico. As grandes estruturas e organismos, que concentram poder e recursos financeiros, sempre serão vítimas do controle ideológico de certos segmentos. Porém, em um âmbito mais modesto – local e regional – as igrejas e instituições cristãs que possuem alguma afinidade doutrinária devem buscar maior aproximação e envolver-se em projetos comuns, inclusive na área da evangelização.

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O emprego das vogais “o” e “u”

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O emprego das vogais “o” e “u”

A ortografia configura-se como um importante elemento inerente à modalidade escrita da linguagem. Em virtude disso, faz-se necessário que estejamos aptos a colocar em prática nossos conhecimentos acerca deste assunto, visando assim a uma boa performance enquanto interlocutores, de modo a nos adequarmos à formalidade requisitada pelo padrão em foco.
Contudo, algumas dúvidas compartilham do nosso cotidiano, sobretudo em se tratando de palavras constituídas de uma notória semelhança sonora, tais como viagem, viajar, majestade, ferrugem, dentre outras. Assim sendo, o emprego correto de determinadas letras desempenham um importante papel rumo à conquista das habilidades antes mencionadas e, por falar em letras, não podemos nos esquecer do “o” e do “u”.
Portanto, visando a um aperfeiçoamento linguístico mais apurado, analisemos algumas questões relacionadas a esta ocorrência, assim evidenciadas:
* Grafam-se com “o”:
boteco, botequim, mochila, nódoa, cortiço, moela, mosquito, mágoa, moleque, tossir, goela, engolir, polenta, toalete, zoar, etc.


* Grafam-se com “u”:

amuleto, bueiro, camundongo, cinquenta, cutia, curtume, jabuti, jabuticaba, entupir, embutir, mandíbula, supetão, tábua, tabuleiro, urtiga, urticária, entre outras.


Observações dignas de nota:

Constituindo esse ínterim há uma outra particularidade concernentes às vogais “i” e “e”, cuja mudança desta por aquela, implica tão somente no sentido expresso por elas. Vejamos alguns casos:


área (superfície) - ária (melodia)

delatar (denunciar) – dilatar (distender)

emigrar (sair de um país) – imigrar (entrar em um país)

recreação (diversão) – recriação (ato de criar novamente)

venoso (relativo a veias) – vinoso (que produz vinho)

Eis mais uma das tantas curiosidades linguísticas!
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
DUARTE, Vânia Maria do Nascimento. "O emprego das vogais “o” e “u” "; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/o-emprego-das-vogais-u.htm>. Acesso em 11 de agosto de 2017.





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