Escola Bíblica - 2º Trimestre 2019 - Lição 04

O Evangelho de Jesus, alcançando o Mundo!

Canal Luísa Criativa

domingo, 21 de abril de 2019

LIÇÃO 04 - O ALTAR DO HOLOCAUSTO

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Artes

Artes


As artes são tão importantes para a vida humana quanto a economia e a vida em organização social. Sua história está atrelada à história de todas as civilizações.


As artes acompanham o ser humano desde os seus primórdiosAs artes acompanham o ser humano desde os seus primórdios.

As artes, de modo geral, caracterizam-se por aquilo que os gregos chamavam de “poiesis”, ou seja, a “fabricação” de algo que tenha significado. No caso específico das artes plásticas, essa “fabricação” está atrelada à transformação da matéria informe (um pedaço de madeira, o mármore, as tintas extraídas da natureza, o ferro, o bronze etc.) em algo dotado de forma e significado, isto é, a extração de uma forma (seja humana, animal ou qualquer outra) que traga consigo um sentido que possa ser apreendido por quem a vê
Desde os primórdios da humanidade, as artes plásticas, em suas duas formas principais, escultura e pintura, sempre se fizeram presentes. Desde os primeiros arranjos e utensílios cotidianos, que configuraram o artesanato, até a arte rupestre, produzida no interior de cavernas e boqueirões (abrigos naturais de pedra), a expressão artística sempre acompanhou a vida dos homens.
No período da Idade Antiga, as artes proliferaram-se em inúmeras civilizações, desde o extremo Oriente, na China e no Japão, passando pelo Oriente Médio, na Mesopotâmia, Pérsia e Fenícia, até chegar à Ásia Menor, ao Sul da Europa e à África, com os gregos, romanos, egípcios, núbios, entre outros. Todos esses povos legaram à história humana contribuições artísticas imprescindíveis.
Na Idade Média, floresceu a arte gótica, que teve expressão máxima na arquitetura das catedrais e na composição dos vitrais que nelas eram postos. Além disso, na transição da Baixa Idade Média para a Idade Moderna, houve um desenvolvimento artístico poderoso representado por figuras como Hyeronimus BoshPiero della Francesca e os irmãos Van Eyck.
Na entrada da modernidade, o Renascimento apresentou um reavivamento das formas clássicas, desenvolvidas por gregos e romanos. Na Itália, a pintura e a escultura renascentistas tiveram seu ponto alto em figuras como Michelangelo, Leonardo Da Vinci, Ticiano, entre outros. Ao clássico renascentista sucederam outras escolas, como a arte barroca, o maneirismo e o rococó.
No século XVIII, as artes plásticas passaram a seguir a grande tendência que acompanhava a arte de modo geral, mas também a filosofia, isto é, o romantismo. No século XIX, com o furor do advento dos Estados Nacionais e dos movimentos de independência nas Américas, o romantismo prosseguiu em sua vertente heroica. Ao mesmo tempo, despontaram também gêneros como o realismo e naturalismo.
No fim do século XIX, escolas como o esteticismo e o impressionismo também se impuseram com grandes representantes. As artes também passaram a movimentar enormes fortunas e a fazer grande sucesso em exposições. Com o advento do século XX e suas inúmeras contradições, como o avanço da tecnologia e as catastróficas guerras mundiais, apareceram as vanguardas artísticas que propunham a contestação de todas as formas anteriores das artes.
Dessas vanguardas resultaram escolas como o cubismo, o surrealismo, o dadaísmo, o expressionismo, o abstracionismo e a pop art. Essas escolas, até hoje, continuam a gerar modelos de expressão artística.

Artigos de "Artes"

Fonte de referência. estudos e pesquisa: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/artes/

Platão

Platão foi discípulo de Sócrates e o primeiro teórico idealista. Escreveu sobre diversos temas, como amor, amizade, política, justiça, imortalidade da alma, entre outros.

Platão
Estátua de Platão, um dos maiores pensadores da Grécia Antiga.

 Platão foi discípulo de Sócrates e um dos mais importantes filósofos da Grécia Antiga. No período antropológico, iniciado a partir das ideias socráticas, Platão destacou-se por ter lançado a sua teoria idealista e por ter deixado escrita a maioria dos textos conhecidos hoje sobre Sócrates.
O idealismo platônico consiste, basicamente, em uma distinção entre conhecimento sensível, inferior e enganoso, que seria obtido pelos sentidos do corpo, e conhecimento inteligível, superior e ideal, que acessaria a verdade sobre as coisas. O conhecimento inteligível seria aquele que permite o nosso acesso ao ser e à essência de algo, que seria imutável, ao contrário da aparência, que pode enganar-nos. O conhecimento inteligível estaria no Mundo das Ideias e das Formas, enquanto o conhecimento sensível estaria em nossa realidade material.
O Mundo das Ideias ou das Formas (que deve ser escrito com letra maiúscula) seria a realidade intelectual, verdadeira, eterna e imutável, que pode ser acessada apenas por meio da capacidade racional do ser humano. Nessa instância, estariam as essências das coisas, os conceitos, as ideias fixas e imutáveis que descrevem essencialmente cada ser ou objeto existente. Já o mundo sensível seria a realidade com a qual nos defrontamos em nosso mundo prático, que experimentamos. Essa realidade sensível é ilusória e enganadora, pois, para usar um jargão popular no qual Platão inspirava-se: as aparências enganam.

Biografia

Platão chamava-se Arístocles. Nascido em Atenas, no ano de 428 a.C., e falecido em348 a.C., o apelido Platão foi conferido ao filósofo em sua juventude por causa de seus atributos físicos, por ser um homem forte, de ombros largos (a palavra correspondente em grego, Platon, significa “omoplatas largas”, “costas largas”, “ombros grandes”).
Platão era filho de uma família influente politicamente na Grécia (Platão era descendente de Sólon, um dos legisladores e estadistas de maior destaque da política ateniense). Por pertencer a uma família que possuía bens materiais, Platão pôde dedicar-se aos estudos de Filosofia.
Entre 409 a.C. e 404 a.C., Platão lutou na Guerra do Peloponeso, período final das batalhas entre Atenas e Esparta. Tendo sido derrotado (Esparta derrotou Atenas), Platão vivenciou o período denominado Tirania dos 30, quando o regime democrático ateniense deu lugar à tirania oligárquica dos modelos espartanos.
Platão conheceu o filósofo Sócrates, pensador que foi o seu mestre iniciador na Filosofia, mentor intelectual e amigo, em Atenas. A influência de Sócrates sobre Platão é tão grande que a maioria dos textos deixados por Platão é feita de diálogos em que Sócrates é o personagem principal.
Em 388 a.C., onze anos após a morte de Sócrates, Platão fundou a sua escola filosófica: a Academia. Por ser ateniense, o filósofo tinha direitos civis garantidos e podia adquirir terrenos na cidade. Ele escolheu um terreno no interior do parque Academia, dedicado ao herói grego Akademus. Um lugar onde os jovens reuniam-se para discutir política e praticar exercícios físicos, a Academia era uma espécie de retiro tranquilo e politicamente efervescente dentro da cidade, tendo uma vasta área verde e dois templos.

Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/filosofia/platao.htm

Como posso não ir ao inferno?

Como posso não ir ao inferno?

Pergunta: "Como posso não ir ao inferno?"

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Resposta: Não ir ao inferno é mais fácil do que você pensa. Algumas pessoas acreditam que têm que obedecer os dez mandamentos pela vida inteira para não ir para o inferno. Outras pessoas acreditam que devem observar certos rituais a fim de não ir para o inferno. Algumas pessoas acreditam que não há nenhuma maneira que nós podemos saber com certeza se vamos ou não para o inferno. Nenhuma destas concepções são corretas. A Bíblia é muito clara sobre como uma pessoa pode evitar ir ao inferno depois da morte.

A Bíblia descreve o inferno como um lugar terrível e assustador. O inferno é descrito como um “fogo eterno” (Mateus 25:41), “fogo que nunca se apagará” (Mateus 3:12), “vergonha e desprezo eterno” (Daniel 12:2), um lugar onde “o fogo nunca se apaga” (Marcos 9:44-49) e “eterna perdição” (2 Tessalonicenses 1:9). Apocalipse 20:10 descreve o inferno como um “lago de fogo e enxofre”, onde os perversos são “atormentados para todo o sempre”. Por essas passagens, é bem claro que o inferno é um lugar que devemos evitar. 
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Por que o inferno existe e por que é que Deus envia algumas pessoas para lá? A Bíblia nos diz que Deus “preparou” o inferno para o diabo e os anjos caídos depois de terem se rebelado contra Ele (Mateus 25:41). Aqueles que rejeitam a oferta do perdão de Deus sofrerão o mesmo destino eterno que o diabo e os anjos caídos. Por que o inferno é necessário? Todo pecado é, no final das contas, contra Deus (Salmos 51:4), e uma vez que Deus é infinito e eterno, somente uma pena infinita e eterna é suficiente. O inferno é o lugar onde as demandas de um Deus santo e justo são realizadas. O inferno é onde Deus condena o pecado e todos aqueles que O rejeitam. A Bíblia deixa claro que todos nós pecamos (Eclesiastes 7:20, Romanos 3:10-23), então, como resultado, todos nós merecemos ir para o inferno.

Assim, como podemos não ir para o inferno? Uma vez que apenas uma pena infinita e eterna é suficiente, um preço infinito e eterno deve ser pago. Deus tornou-se um ser humano na Pessoa de Jesus Cristo. Em Jesus Cristo, Deus habitou entre nós, nos ensinou e nos curou - mas essas coisas não foram a Sua missão principal. Deus se tornou um ser humano (João 1:1, 14) para que Ele pudesse morrer por nós. Jesus, Deus em forma humana, morreu na cruz. Como Deus, Sua morte foi de valor infinito e eterno, pagando o preço total pelo pecado (1 João 2:2). Deus nos convida a receber Jesus Cristo como Salvador, aceitando Sua morte como o pleno e justo pagamento pelos nossos pecados. Deus promete que todo aquele que crê em Jesus (João 3:16), confiando somente nEle como o Salvador (João 14:6), será salvo, ou seja, não irá para o inferno.
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Deus não quer que ninguém vá para o inferno (2 Pedro 3:9). É por isso que Deus fez o sacrifício supremo, perfeito e suficiente a nosso favor. Se você não quiser ir para o inferno, receba Jesus como o seu Salvador. É um processo muito simples. Diga a Deus que você reconhece que é um pecador e que merece ir para o inferno. Diga a Deus que você está confiando em Jesus Cristo como o seu Salvador. Agradeça a Deus por providenciar pela sua salvação e libertação do inferno. Através de fé simples, quer dizer, confiando em Jesus Cristo como Salvador, é como você pode evitar ir para o inferno!

Você tomou uma decisão por Cristo por causa do que você leu aqui? Se sim, por favor procure uma igreja Cristã e diga para alguém membro daquela igreja "Aceitei Cristo Hoje".

Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://www.gotquestions.org/Portugues/nao-ir-ao-inferno.html





LIÇÃO 04 - O ALTAR DO HOLOCAUSTO