Classificação da Perseguição Religiosa 2019!

Classificação da Perseguição Religiosa 2019!
Classificação dos 50 Países com Perseguição Religiosa, onde seguir à Jesus pode custar a vida. Atualizado em 2019.

Escola Bíblica - 2º Trimestre 2019 - Lição 08

Canal Luísa Criativa

sábado, 25 de maio de 2019

Direita e Esquerda

As categorias Direita e Esquerda nasceram no contexto da Revolução Francesa e acabaram por ser encaradas como síntese de perspectivas ideológicas bastante complexas.

Direita e Esquerda
Os termos “direta” e “esquerda” remetem ao contexto da Revolução Francesa.

  • Direita e Esquerda no debate político contemporâneo
Recorrentemente podemos observar, tanto em discussões entre políticos de carreira quanto entre formadores de opinião pública, professores universitários ou mesmo pessoas comuns, por meio das redes sociais, os termos “direita” e “esquerda” sendo utilizados para qualificar ou desqualificar a postura político-ideológica de uns e de outros. O problema é que, na maioria dos casos, os debatedores empregam mal essas expressões, por não conhecerem a carga ideológica que elas comportam, e também raramente sabem em que contexto elas nasceram.
Pois bem, a origem dos termos direta e esquerda no âmbito político ocorreu durante a Revolução Francesa. A seguir saberemos como.
 
  • Origem dos termos direita e esquerda no contexto da Revolução Francesa
Sabemos que a Revolução Francesa foi um dos acontecimentos mais impactantes da história, haja vista que foi a partir dela que novos modelos políticos, sociais e culturais surgiram na Europa, “enterrando” o Antigo Regime Absolutista e espalhando-se para outros continentes. A estrutura do Antigo Regime era composta por três Estados: a Nobreza (primeiro), o Clero (segundo) e a Burguesia (terceiro), que se dividia entre alta e baixa burguesia e incluía também os trabalhadores urbanos e os camponeses.
A revolução estourou, em 1789, por causa da busca de legitimidade e representatividade política por parte do Terceiro Estado. Os membros do Terceiro Estado reuniram-se em Assembleia Constituinte para redefinir os rumos da França, levando em conta o protagonismo da burguesia. No salão em que a Assembleia reuniu-se, dois grupos principais debatiam. Do lado esquerdo, encontravam-se os mais exaltados e radicais, alinhados com a baixa burguesia e os trabalhadores. Os principais representantes desse grupo eram os jacobinos. Do lado direito, estavam aqueles mais moderados, com tendência à conciliação e com boa articulação com a nobreza e a alta burguesia. Eram conhecidos como girondinos.
Desse modo, dessas divergências entre jacobinos (radicais) e girondinos (moderados, tendendo à manutenção de certa ordem institucional tradicional) derivaram as noções de esquerda e direita, que perduram até hoje no debate político. Entretanto, há algumas particularidades de ordem ideológica que precisam ser ressaltadas.
  • O fator ideológico: Conservadorismo vs. Progressismo
Quando falamos de direita e esquerda no âmbito da discussão política, é preciso, também, além de saber como esses termos originaram-se, ter o cuidado de entender a quais vieses ideológicos eles estão associados. Por exemplo, a própria Revolução Francesa, se observada em seu todo, era uma revolução expressamente progressista, influenciada pelo Iluminismo francês. Mesmo os girondinos, que podiam ser mais ligados à tradição e moderados, estavam inseridos nessa perspectiva do progressismo, que, grosso modo, tinha em vista a crença no futuro, no progresso crescente e ininterrupto da humanidade em suas maiores qualidades e valores, como a liberdade e a igualdade etc. Esses traços típicos da ideologia progressista ainda podem ser observados em muitos discursos de esquerda ainda hoje.
Por outro lado, contrário ao progressismo, está o conservadorismo. Aquele que é considerado o pai do conservadorismo moderno, o britânico Edmund Burke (1729-1797), foi um dos principais críticos da Revolução Francesa, sendo contemporâneo dela. As críticas de Burke tinham por alvo exatamente o conteúdo progressista dos revolucionários, a aposta no futuro e a fé no Progresso e na Razão, encarados como novos “deuses” para os anticlericais da Revolução. Tal “fé”, advertiu Burke, acabou por conduzir ao terror jacobino de 1792-94. O conteúdo do conservadorismo burkeano acabou por dar base de sustentação às ideologias ditas “de direita” no século XIX, sobretudo na Inglaterra e nos Estados Unidos. A defesa da ordem moral, da tradição e dos valores religiosos, da liberdade econômica, da livre iniciativa e da propriedade privada estão entre as premissas básicas do pensamento conservador.
Nesse sentido, as categorias “direita” e “esquerda” precisam ser avaliadas por meio de estudos mais profundos sobre o progressismo e os conservadores. Só assim é possível entender como se originaram o comunismo, o liberalismo, o libertarianismo, o anarquismo, o fascismo etc.

Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/politica/direita-esquerda.htm

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Salvação pela Graça - O que é?

Salvação pela Graça! - O que é?

Resultado de imagem para salvação pela graça

A salvação pela graça é a forma como Deus nos livra da condenação do pecado, sem merecermos nem termos de pagar. Não podemos alcançar a salvação pelo mérito nem o podemos comprar. Deus nos oferece a salvação de graça.

Uma dívida impossível de pagar

Todos pecamos e merecemos castigo. O preço do pecado é a morte e a separação de Deus (Romanos 6:23). Ninguém consegue pagar por todos os seus pecados, ao ponto de ficar completamente puro e sem condenação. É impossível!
Mas Deus nos ama e não quer nos condenar. Por isso, em Sua graça, Ele decidiu pagar o preço. Deus enviou Jesus, que não tinha nenhum pecado, para morrer em nosso lugar (Romanos 3:23-24). Na cruz, Jesus pagou o preço de todos os nossos pecados! Não precisamos mais pagar por eles.

Salvos pela graça

A salvação é pela graça porque Deus não exige nada para merecermos a salvação. Não precisamos fazer nenhum ato de bondade, heroísmo nem penitência. Basta ter fé.
Em Sua graça, Deus oferece a salvação a todos gratuitamente. Pessoas “boas” não são favorecidas e pessoas “ruins” não são desprezadas. Em relação a Deus, todos estão na mesma situação e todos recebem a mesma oferta, sem custo. Tudo que temos de fazer é aceitar, pela fé (Efésios 2:8-9).
Assim, ninguém tem motivo para se achar superior aos outros, porque foi Jesus que fez o trabalho e conquistou a salvação por todos nós. Nossas obras não nos podem salvar porque são imperfeitas. Somente Deus é perfeito e somente Ele pode nos aperfeiçoar.

Graça e responsabilidade

Então, qual é nossa motivação para fazer o que é certo? Se nós cremos em Jesus e Deus perdoou todos os nossos pecados, podemos continuar no pecado, sem nos preocuparmos? Não!
Jesus veio para nos salvar da vida antiga, presa no pecado (Romanos 6:1-2). Quem é salvo pela graça de Deus fica purificado do pecado e agora deve ter uma vida diferente. Quando alguém acha que pode continuar no pecado, sem querer mudar, porque a salvação é pela graça, essa pessoa ainda não entendeu o que é a salvação.
Deus tem boas obras preparadas para nós fazermos. Não somos salvos pelas obras mas as boas obras são um sinal que já fomos salvos (Romanos 6:14). A graça de Deus nos salva e a graça de Deus nos capacita a fazermos Sua vontade.
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Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://www.respostas.com.br/salvacao-pela-graca/

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Auguste Comte

Auguste Comte

O filósofo francês Auguste Comte é considerado o pai da sociologia e o fundador do positivismo.
Considerado o “pai” da sociologia e fundador do método positivista, Comte é um dos pensadores de maior influência da França no século XIX.*
Considerado o “pai” da sociologia e fundador do método positivista, Comte é um dos pensadores de maior influência da França no século XIX.*
Quem foi Auguste Comte?

Nascido em Montpellier, na França, no ano de 1798, Isidore Auguste Marie François Xavier Comte foi um filósofo francês que ficou conhecido por ter sido o primeiro a sintetizar a necessidade de uma ciência da sociedade (Sociologia) e por ter fundamentado, pela primeira vez, a teoria positivista.
Comte era filho de uma família monarquista francesa tradicional e católica. Estudou na cidade de Montpellier até mudar-se para Paris, onde ingressou na Escola Politécnica. Após o fechamento temporário da Escola Politécnica, Comte retornou à sua cidade natal para estudar na Faculdade de Medicina.
Em 1817, retornou à Escola Politécnica, em Paris, mas foi expulso por liderar manifestações dentro da instituição. Comte passou a escrever para jornais e dar aulas particulares, até que começou a trabalhar como secretário do Conde de Saint Simon, filósofo francês progressista que se autoproclamava um socialista (como ainda não existia o socialismo científico, de Marx e Engels, ele é classificado hoje como socialista ou socialista utópico).
Saint Simon introduziu Comte no círculo intelectual francês de sua época e influenciou-o em muitos aspectos, o principal deles é o entendimento de que haveria uma marcha progressiva constante na história da humanidade, ou seja, que a humanidade sempre caminharia para o desenvolvimento. Também são ideias de Saint Simon que influenciaram o jovem Comte: a noção de que existem leis sociais — assim como a natureza obedece às leis da Física — e de que o conhecimento científico aperfeiçoa o ser humano.
Comte passou a dedicar-se à formulação de sua doutrina positivista e, em 1822, publicou o Plano de trabalhos necessários para a reorganização da sociedade. O filósofo começou a redigir o seu Curso de Filosofia Positiva em 1830 e terminou o último dos seis volumes apenas no ano de 1842.
Nos primeiros escritos, Comte já planejava um esboço da Sociologia, a qual nomeou de “Física Social”, em referência à semelhante organização por leis entre as ciências da natureza e a ciência da sociedade. O termo “sociologia” surgiu somente nos volumes do Curso de Filosofia Positiva.
Comte já havia rompido o trabalho com Saint Simon devido à incompatibilidade de ideais. Em 1947, o filósofo fundou o que ele chamou de Religião da Humanidade, ou Religião Positivista. Essa seria uma doutrina que daria lugar à religião comum, colocando o homem e o desenvolvimento do estágio positivo da humanidade (a ciência e a crença no cientificismo) no lugar da ideia comum de Deus.
As ideias de Comte conquistam adeptos fora da França, inclusive no Brasil – os militares que lideraram a Primeira República inspiraram-se na doutrina positivista. O filósofo morreu no ano de 1857, em Paris, aos 59 anos.

Sociologia

Auguste Comte é considerado o “pai” da Sociologia. O filósofo é o primeiro a teorizar a necessidade de uma ciência que estudasse a sociedade, a fim de reorganizá-la e colocá-la nos trilhos certos para o maior desenvolvimento possível.
Mesmo sendo de família monarquista, o filósofo apostava no acerto da Revolução Francesa: o fim do Antigo Regime. Para ele, os ideais republicanos soavam como o despertar de um novo tempo que abriria caminho para as ciências e a tecnologia desenvolverem-se plenamente. Porém, a Revolução Francesa havia deixado um período de caos e instabilidade social na França.
Revolução Industrial, impulsionada na primeira metade do século XIX, principalmente pelo motor movido a vapor, também era crucial para o desenvolvimento. No entanto, muitos problemas tinham resultado da grande explosão demográfica dos centros urbanos decorrente da Revolução Industrial, como o desemprego, a miséria e a forte desigualdade social. Comte enxergava que seria necessário criar uma ciência que conseguisse teorizar todos esses fatores para apontar possíveis saídas para eles.
O motor a vapor foi a principal inovação que impulsionou a Revolução Industrial.
O motor a vapor foi a principal inovação que impulsionou a Revolução Industrial.

Comte propôs uma ciência chamada, em um primeiro momento, de Física Social e, depois, de Sociologia. Era essa que seria capaz de aplicar o método de observação e experimentação das ciências da natureza na sociedade. Esse método encontraria as mesmas estruturas e leis que existem na Física, porém na sociedade. Nascia aí a Sociologia, que seria mais bem delimitada, mais tarde, com o pensador Émile Durkheim, que criou um método de operação próprio para a Sociologia.

Positivismo

Comte também foi o primeiro teórico a estabelecer as raízes do positivismo. Segundo o pensador, o positivismo era o que o ser humano tinha criado de mais profundo e organizado: a observação e o entendimento da natureza com base no trabalho científico. Politicamente, o positivismo seria expresso pelo trabalho integrado entre ciência e política, visando ao desenvolvimento da sociedade. Para explicar a sua teoria positivista, o filósofo estabeleceu a Lei dos Três Estados, que descrevia os três estágios de desenvolvimento da humanidade.
  1. Estado teológico: o ser humano, em seus primórdios, necessitava encontrar explicações para os fenômenos naturais. Essas explicações eram fornecidas por narrativas mitológicas e religiosas, pois, ao não conseguirem explicar a natureza, os homens criaram seres sobrenaturais para fundamentarem as suas explicações.
  2. Estado metafísico: esse segundo ponto de desenvolvimento consiste no início da Filosofia. O ser humano já não se contentava mais com as explicações religiosas e passou a formular teorias racionais para conjecturar as possíveis causas dos efeitos observados na natureza. Nesse estágio, ainda há a prevalência do raciocínio sem a observação da própria natureza.
  3. Estado positivo: esse estágio seria o mais desenvolvido da humanidade. O ser humano entendeu que, para encontrar respostas sobre a natureza, ele deveria procurar as explicações na própria natureza. Nesse ponto, haveria o desenvolvimento das ciências e de um modo de pensar o mundo por meio do entendimento desse como algo que está dado fisicamente. O estágio positivo seria marcado pela Física, pela Biologia (ciência que, junto com a Sociologia, seria a mais desenvolvida para Comte) e pela busca incessante do progresso.

Influências

Auguste Comte foi fortemente influenciado por Saint Simon, principalmente pelo entendimento da História enquanto marca de uma marcha constante rumo ao progresso. Também foi influenciado por cientistas, como Newton e Galileu. Algumas especulações positivistas podem ter relação com a teoria evolucionista, de Darwin, mas não como as ideias de Herbert Spencer (também um dos primeiros postuladores da Sociologia), que formulou o Darwinismo Social. No entanto, não se pode dizer que Comte tenha sido influenciado por Darwin, até mesmo por questões cronológicas.
Comte influenciou a teoria sociológica de Émile Durkheim, que elaborou uma crítica ao pensamento comtiano. O positivismo junto ao Materialismo Histórico Dialético, de Karl Marx, representam dois expoentes antagonistas, mas que explicam os dois rumos principais pelos quais a Filosofia e a historiografia do século XIX caminharam.

Curso de Filosofia Positiva

Comte organizou um curso de Filosofia que resultou na escrita da obra Curso de Filosofia Positiva, dividida em seis tomos e escrita entre 1830 e 1842. O livro trata de diversos assuntos, como a necessidade do estabelecimento da Sociologia e a importância de recorrer-se à ciência, pois o progresso inteiro e pulsante da humanidade estaria no conhecimento científico.
No entendimento de Comte, a ciência não deveria ser vista como uma forma de acúmulo de conhecimento pelo próprio conhecimento, mas porque esse acúmulo resultaria no desenvolvimento da humanidade. O ser humano consegue, por meio da ciência, entender a natureza, a complexa sociedade (com a Sociologia), desenvolver as tecnologias que melhoram a sua vida e modificar o seu meio político. A política seria, na teoria comtiana, fortemente influenciada pelo conhecimento científico, que ensinaria a necessidade da ordem para a obtenção da glória e do progresso.

Frases

"O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim."
"Todos os bons intelectos têm repetido, desde o tempo de Bacon, que não pode haver qualquer conhecimento real senão aquele baseado em fatos observáveis."
"Viver para os outros não é somente a lei do dever, mas também a da felicidade."
"Saber para prever a fim de poder."
*Credito da imagem: Lefteris Papaulakis / Shutterstock
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
PORFíRIO, Francisco. "Auguste Comte"; Brasil Escola. Disponível em <https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/auguste-comte.htm>. Acesso em 27 de abril de 2019.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Crítica de Nietzsche à moral cristã

Crítica de Nietzsche à moral cristã

Na filosofia de Friedrich Nietzsche, encontra-se um elemento que, talvez, seja o mais polêmico de todos: a crítica à moral cristã.

Nietzsche considerou a moral cristã como enfraquecedora e antinatural
Nietzsche considerou a moral cristã como enfraquecedora e antinatural
Friedrich Wilhelm Nietzsche nasceu em Röcken, cidade do então Reino da Prússia, em 1844. Descendente de pastores luteranos, o pensador contemporâneo dedicou-se aos estudos de teologia desde a sua juventude. Em sua adolescência, porém, ele começou a encontrar contradições nos escritos cristãos e passou, pouco a pouco, a questionar a religião em que foi doutrinado.
Na década de 1860, Nietzsche concluiu seus estudos de filologia clássica na Universidade de Leipzig, voltando-se para a investigação da cultura e língua grega. Nesse período, o filósofo foi fortemente influenciado pelo professor Friedrich Ritschl e pela leitura do livro O Mundo Como Vontade e Representação, do filósofo alemão Arthur Schopenhauer. Apesar da formação em filologia, Nietzsche aprofundou cada vez mais seus estudos em filosofia grega e em Schopenhauer, fato que o fez ser reconhecido pela posteridade como filósofo.
Em 1868, Nietzsche tornou-se professor de filologia da Universidade da Basileia e, em 1872, publicou o seu primeiro livro, intitulado O Nascimento da Tragédia, no qual analisou a cultura e a vida dos gregos clássicos a partir das tragédias produzidas no período. Seus estudos também apontaram para a vida moral daquele povo e o modo como eles encaravam a religião, as vontades e desejos corpóreos e a diferenciação entre as pessoas.

A moral

Em seus escritos do fim da década de 1870 e dos anos 1880, o filósofo passou a investigar, minuciosamente, a moral. Segundo o pensador, a história do ocidente deparou-se com um fenômeno bastante peculiar e que influenciou toda a posteridade: o advento do cristianismo. A partir do momento em que a religião cristã se institucionalizou, passou a vigorar um modo de viver e de criar valores morais voltado para os ensinamentos cristãos.
É importante ressaltar que Nietzsche, em momento algum, tenha criticado Jesus Cristo, mas sim o que fizeram do cristianismo a partir do momento em que a vida de Jesus se torna um fundamento para uma religião, ou seja, a partir dos apóstolos Paulo, Pedro e da fundação da Igreja Católica. Nietzsche afirmava que o cristianismo, imperioso a partir da Idade Média, impôs uma inversão de valores morais que culminaria no enfraquecimento do ser humano por ser a negação dos impulsos morais que falam mais alto em qualquer animal. Afirmações polêmicas como “o cristianismo é a revolta de tudo o que rasteja pelo chão contra aquilo que tem altura1condensam o pensamento nietzschiano.

A moral grega, a moral cristã e a inversão de valores morais

Para o filósofo, a vida humana não se dissocia da vida natural, o que requer o abandono da ideia iniciada por Sócrates de que o ser humano, por ser racional, diferencia-se completamente dos demais animais e da natureza. Para Nietzsche, esse modo de encarar a vida é negador da própria vida, pois retira do ser humano a sua força que reside justamente nos impulsos e nas paixões naturais. Os gregos antigos eram capazes de relacionar com uma religião que os permitia conviver com os impulsos naturais, o que refletia no seu modo de criar valores morais.
Para os gregos antigos, a força e a fraqueza eram os fatores constituintes da bondade e da ruindade dos homens: o forte era bom, e ser fraco era ruim. Ter altivez e coragem eram características dos homens considerados bons, e ser submisso e humilde eram características dos homens considerados ruins. Esse modo de valorar reflete o tipo de sociedade grega: uma sociedade aristocrática. Nietzsche não defendia o retorno de uma aristocracia e, tampouco, que o modo de valorar grego voltasse à tona. Ele apenas apresentava, como recurso didático, a moral grega para mostrar que o ser humano já foi capaz de uma moral fortalecedora.
A moral cristã opera, segundo o filósofo, uma completa inversão desses valores antigos: o que era considerado bom (forte, corajoso, altivo e contestador) passou a ser considerado característica do homem mau. O que era considerado ruim (submissão, humildade e fraqueza) passou a ser considerado característica do homem bom. Esse movimento não só inverte os valores, como também troca o termo “ruim” por “mau”. Segundo Nietzsche, essa inversão de valores se torna regra para a sociedade contemporânea e é capaz, a partir do momento em que se tornou a regra moral para o ocidente, de castrar a natureza humana e enfraquecer as pessoas, pois ela tira a centralidade da vida na própria vida (natural, fisiológica e biológica) e concentra-se em uma vida voltada para o além (a promessa cristã de uma vida eterna após a morte).

A transvaloração dos valores morais

Nietzsche criticou os valores morais e, em seguida, apontou uma solução: um passo a passo que se inicia na genealogia dos valores morais e passa pela transvaloração. A transvaloração não é uma atividade isolada e não se encerra em si mesma. É um processo contínuo que deve ser praticado ininterruptamente, visando sempre o fortalecimento do ser humano.
Transvalorar, segundo o filósofo, é, em suma, analisar os valores morais tendo em vista a manutenção daquilo que pode ser benéfico ao ser humano e a troca daqueles valores prejudiciais. Essa seria uma forma possível e viável de se estabelecer uma valoração moral capaz de fortalecer novamente o ser humano e torná-lo capaz de explorar a plenitude de sua potência.
1 NIETZSCHE, F. O Anticristo e ditirambos de Dionísio. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 51.
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
PORFíRIO, Francisco. "Crítica de Nietzsche à moral cristã"; Brasil Escola. Disponível em <https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/critica-nietzsche-moral-crista.htm>. Acesso em 27 de abril de 2019.
Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/critica-nietzsche-moral-crista.htm
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LIÇÃO 07 - O LUGAR SANTO - 2º Trimestre 2019

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Em defesa das Universidades Públicas Brasileiras

Em defesa das Universidades Públicas Brasileiras



As Universidades Federais estão sob forte ataque do governo. As Universidades Públicas brasileiras são responsáveis pela quase totalidade, por mais de 90% de toda a pesquisa científica que se faz no país em todas as áreas: da filosofia à medicina, das artes às engenharias. Não há instituição que tenha contribuído de modo equivalente para o progresso do país. As universidades são os grandes produtores de conhecimento e, portanto, responsáveis por grande parte de nosso crescimento econômico ao longo de nossa história.
Mais ainda, elas estão atreladas ao processo de democratização do país. Não há país democrático e soberano sem a universalização do conhecimento. Nossas Universidades têm um compromisso inquestionável com a construção de um Brasil mais justo, mais humano, mais livre e mais igualitário. E do equilíbrio entre liberdade e igualdade depende a democracia. As universidades são ainda mais vitais em uma sociedade do conhecimento, isto é, em que o conhecimento é o grande motor da economia. 
Não podemos dizer que essa atitude do governo, de cortar sem justificativa 30% dos orçamentos já aprovados das Universidades, seja surpresa. Afinal, desde o início, e mesmo durante a campanha, o governo Bolsonaro tem demonstrado uma forte visão anti-intelectualista, contrária à ciência e à cultura, à democracia. Eleger a Universidade como grande inimiga não é, portanto, algo inesperado.
O ataque do governo teve início com o corte do orçamento de três universidades: Universidade Federal da Bahia, a Universidade de Brasília e a Universidade Federal Fluminense. O governo se utilizou de dois argumentos falsos, mentirosos.  O primeiro, que nossas Universidades possuem um rendimento insatisfatório, o que é desmentido por vários instrumentos de avaliação de desempenho, inclusive do próprio governo. O segundo, que elas são espaço de balbúrdia, ou seja, eles querem impor o seu código moral, quando não foram eleitos para isso. Ora, quem verdadeiramente frequenta as universidades sabe que elas são lugares de estudo, pesquisa, trabalho. Há evidentemente espaço para a crítica social e mesmo para a irreverência, dimensões importantes da vida democrática. Porque os cortes, se restrito à três Universidades, caracterizariam perseguição e portanto improbidade administrativa, o governo recuou atirando e universalizou a medida, estendendo-a a todas as Universidades Federais, bem como aos Institutos Federais
O Sistema Federal de Universidades é um patrimônio da sociedade brasileira. Ele precisa ser defendido, de todas as maneiras possíveis. Assim, considere assinar e compartilhar. Não vamos deixar que esse governo acabe com as nossas universidades e institutos federais. Afinal, ele teve a maioria dos votos, mas não representa a maioria dos eleitores. O destino de nossa democracia passa pelo destino de nossas Universidades.  Vamos lutar por elas. Vamos pressionar o Congresso Nacional para que, conosco, ponhamos um fim a este ataque brutal que é absolutamente contrário aos interesses da sociedade brasileira.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

A Mulher do Pastor - Filme Completo Dublado

Daniel 3:25 o quarto homem na fornalha seria um anjo ou o próprio Jesus Cristo?

Daniel 3:25 o quarto homem na fornalha seria um anjo ou o próprio Jesus Cristo?


A historia dos três jovens lançados na fornalha  que se encontra no livro de Daniel afirma no versículo 25 que eles foram livrados da morte por um ser que muitos afirmam ser um anjo,entre os eruditos que creem que o quarto ser na fornalha era um anjo esta Calvino séc. 16 e Adam Clark séc. 19 vejamos um que eles dizem:

Calvino comentado Daniel 3:25 diz:
"o filho de um deus. Sem dúvida, Deus aqui enviou um dos seus anjos, para apoiar por sua presença as mentes de seus santos, para que não se desmascarem. . . . Um único anjo foi enviado a esses três homens; Nabucodonosor o chama de filho de Deus; não porque ele pensou que ele era Cristo, mas de acordo com a opinião comum entre todos os homens, que os anjos são filhos de Deus, uma vez que uma certa divindade resplandece neles; e, portanto, eles chamam anjos geralmente filhos de Deus. De acordo com este costume costumeiro, diz Nabucodonosor, o quarto homem é como um filho de um deus. Pois ele não podia reconhecer o Filho unigênito de Deus, pois, como já vimos, ele foi cegado por tantos erros depravados ".

Adam Clark afirma:
"Uma tradução muito imprópria. Que ideia poderia ter esse rei idólatra do Senhor Jesus Cristo? Por isso, o lugar é compreendido por milhares. Bar-Elahin significa um filho dos deuses, isto é, uma pessoa divina ou um anjo; e assim o rei o chama em verdade. 28: "Deus enviou o seu anjo e entregou seus servos". E, mesmo assim, ainda afirmaram que era o anjo da aliança, mas o rei da Babilônia conhecia tanto quanto ele do outro. Nenhum outro ministério era necessário; um único anjo do céu era bastante suficiente para responder o propósito, como aquele que parou a boca dos leões quando Daniel foi lançado na sua guarida ".

Temos também atualmente muitos eruditos que também creem como eles, como por exemplo F.F Bruce professor, escritor e erudito da Bíblia.
F.F Bruce afirma:
“Provavelmente não se deve ver aqui um a aparição pré-encarnada de Cristo; o N T não faz essa tentativa de identificação”

 mas também existem quem discorde disso afirmando que se trata de uma teofania  que pode ser definida como manifestações do Cristo antes de sua encarnação. Uma exegese do versículo realmente confirma que na verdade trata-se de uma teofania e que o quarto homem na fornalha era o próprio Cristo .
Primeiramente vamos ver como esse versículo aparece em algumas traduções da Bíblia:
“Tornou ele e disse: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses.” Daniel 3:25 ARA
“Respondeu, dizendo: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem sofrer nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante ao Filho de Deus.”   Daniel 3:25 ACF
Como podemos perceber à duas formas de tradução , são elas “filho dos deuses” e “Filho de Deus”, .
As versões que seguem a tradução “filho dos deuses”  são:
ARA,NVI, VERSÃO CATOLICA  e outras , a Nova tradução vai trazer a palavra “anjo”  .
As versões que seguem a tradução “Filho de Deus” como referencia a teofania são:
ACF,KJV,NKJV
A tradução correta é “Filho de Deus” pois uma analise no texto de Daniel 3:25 esclarece a questão, o texto de Daniel 3:25 foi escrito em aramaico vejamos o texto na Bíblia hebraica stuttgartensia:
עָנֵ֣ה וְאָמַ֗ר הָֽא־אֲנָ֨ה חָזֵ֜ה גֻּבְרִ֣ין אַרְבְּעָ֗ה שְׁרַ֙יִן֙ מַהְלְכִ֣ין בְּגֹֽוא־נוּרָ֔א וַחֲבָ֖ל לָא־אִיתַ֣י בְּהֹ֑ון וְרֵוֵהּ֙ דִּ֣י [רְבִיעָיָא כ] (רְֽבִיעָאָ֔ה ק) דָּמֵ֖ה לְבַר־אֱלָהִֽין׃ ס

A expressão aramaica לְבַר־אֱלָהִֽין׃ (lebar elahim) que aparece no texto original deve ser traduzida por “Filho de Deus” pois a palavra  אֱלָהִֽין  (Elahim)  tem como correspondente a palavra hebraica אֱלֹהִ֑ים(Elohim) que quando se refere a Deus é sempre traduzida no singular mesmo estando no  plural.e na maioria das vezes é traduzida por “Deus” singular.  
Outro fator importante é que a expressão aramaica  לְבַר־אֱלָהִֽין׃(lebar Elahim) é utilizada nos targuns(traduções em aramaico) , como referencia a ao Deus verdadeiro  os targuns de Onkelos,Neofeti  e o Targum Pseudo-Jonathan.
O Targum Neofeti utiliza  duas vezes a palavra aramaica אֱלָהִֽין  (Elahim) para se referir ao Deus verdadeiro em Êxodo 18:11 e Deuteronômio 1:11, o Targum Pseudo-Jonathan também faz o mesmo em Êxodo 18:11, isso indica que a utilização da forma plural para se referir  ao Deus verdadeiro não se restringe somente ao Hebraico.
O dicionário  hebraico Koehler / Baumgartner padrão afirma que a palavra אֱלָהִֽין pode ser usada pra se referir a “Deus”.

Varias traduções muito antigas da Bíblia traduziram a expressão aramaica לְבַר־אֱלָהִֽין׃(Lebar Elahim) por “Filho de Deus” a quem as escrituras vão identificar como sendo um titulo de Cristo, pois no novo testamento essa expressão é utilizada no singular somente para se referir a Cristo, apesar  de Lucas 3:38 na NVI trazer “filho de Deus” como referencia a Adão, a palavra grega υἱός(filho) não aparece no original grego é acréscimo do tradutor vejamos o texto grego de Lucas 3:38:
του ενως του σηθ του αδαμ του θεου -Novo Testamento Grego Nestle-Aland
agora vejamos como as traduções antigas da Bíblia traduziram a expressão aramaica לְבַר־אֱלָהִֽין׃(Lebar Elahim) de Daniel 3:25 :
Versão grega de Teodócio 2º Séc. d.C-  υἱῷ Θεοῦ(Filho de Deus)
Versão grega de Áquila2º Séc.d.C-  υἱῷ Θεοῦ(Filho de Deus)
Vulgata  4º/5º séc. d.C-filio Dei(Filho de Deus)
Vários comentários bíblicos vão afirma que o Ser que aparece ali não é um anjo mais uma manifestação de Cristo pré-encarnado conhecida como teofania a qual as vezes e identificada no antigo testamento como sendo o Anjo do Senhor, vejamos:

- T. Robinson, o Comentário Homilético do Pregador (1892), "Daniel",
p.72. Diz: "Na realidade, foi Cristo, o Filho de Deus, que apareceu neste
momento em forma humana."
"No verso 28, o rei o chama de" anjo "de Deus, que Ele certamente era -
o" anjo do Senhor ", também chamado de" Mensageiro da Aliança ", o
Filho de Deus, que na plenitude dos tempos Foi "feito carne e habitou
entre nós". "- Ibid. ., P. 73


Comentário bíblico Moody p.33 afirma:

“Esta pessoa poderia muito bem ter sido o Filho de Deus pré-encarnado,
mas nesse caso, Nabucodonosor não sabia quem Ele era.”


Comentário Bíblico Africano p.1023 diz:

“E o quarto tinha a aparência de um filho dos deuses (3:25).
Nabucodonosor não podia reconhecer a pré-encarnação do
Filho de Deus, por isso o descreveu como um anjo ou um
ser divino (3:38)”


Comentário Bíblia de Estudo Shedd:

“A proteção divina foi publicamente revelada mediante a obra de
alguém que era semelhante a um filho dos deuses, ou seja, o Redentor
revelado “antes dos dias da Sua carne” (Hb 5.7) que os “salvou
totalmente” (Hb 7.25) do fogo.”.


Comentário Bíblico de Matthew Henry:

“Deus, que preservou-os em meio ao fogo, os jovens
Caminhavam de um lado para outro em meio ao fogo, sustentados e
animados pela presença do Filho de Deus. Aqueles que sofrem por
causa do Senhor Jesus Cristo têm a sua presença até dentro de uma
fornalha ardente, e no vale da sombra da morte.

Comentário Bíblico Expositivo, Warren W. Wiersbe:                                                                           “O rei pensou que fosse um anjo parecido com um "filho dos deuses" (vv. 25, 28), mas a quarta pessoa na fornalha era Jesus Cristo em uma de suas aparições pré-encarnadas no Antigo Testamento (ls 43:2; Sl 91:9-12).”

Notas Explicativas de John Wesley :                                                                                                   “Sem dores - Veja como o Deus da natureza pode, quando ele deseja, controlar os poderes da natureza! O Filho de Deus - Provavelmente ele ouviu David falar dele. Jesus Cristo, o Anjo da aliança, às vezes apareceu antes de sua encarnação. Aqueles que sofrem por Cristo, têm sua presença graciosa com eles em seus sofrimentos, mesmo na fornalha de fogo, mesmo no vale da sombra da morte, e, portanto, não precisam ter medo de nenhum mal.”

Comentário Critico e Explicativo Sobre a Bíblia Inteira, Jamieson Fausset Brown:                     “como o Filho de Deus - inconscientemente, como Saul, Caifás ( João 11: 49-52 ) e Pilatos, ele é feito para prover verdades divinas. "Filho de Deus" em sua boca significa apenas um "anjo" do céu, como revela Daniel 3:28 . Compare Job 1: 6 , 38: 7 , Salmos 34: 7 Salmos 34: 8 ; e a exclamação provavelmente do centurião pagão ( Mateus 27:54 ). Os caldeus acreditavam nas famíliasdos deuses: Bel, o deus supremo, acompanhado pela deusa Mylitta, sendo o pai dos deuses; assim, a expressão que ele quis dizer: uma surgiu e enviada pelos deuses. Realmente foi o "mensageiro da aliança", que aqui deu um prelúdio a Sua encarnação.”

Além desses comentários bíblicos, Comentando Daniel 3:25 Ellen White também afirma que se tratava de uma manifestação de Cristo:
“Mas o Senhor não esqueceu os Seus. Sendo Suas testemunhas lançadas na fornalha, o Salvador Se lhes revelou em pessoa, e junto com eles andava no meio do fogo. Na presença do Senhor do calor e do frio, as chamas perderam o seu poder de consumir.” Ellen White, Profetas e Reis pág.508-509

“De repente, o semblante do rei empalideceu de horror. Seus olhos se fixaram nas chamas ardentes e, voltando-se para seus lordes, disse: "Não lançamos nós três homens atados dentro do fogo?" A resposta foi: "É verdade, ó rei". Dan. 3:24. E então o rei exclama: "Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, e nada há de lesão neles; e o aspecto do quarto é semelhante ao Filho dos deuses." Dan. 3:25. Quando Cristo Se manifesta aos filhos dos homens, um poder invisível fala a seu coração. Eles sentem que estão na presença do Infinito.” Ellen White, Santificação pág. 38

Agora fica uma pergunta , como um rei pagão saberia que ali estava presente o Filho de Deus o Messias ? essa pergunta é respondida através de Ellen White veja um que ela afirma:

“Como sabia o rei pagão a que era semelhante o Filho de Deus? Os cativos hebreus que ocupavam posição de confiança em Babilônia tinham representado a verdade diante dele na vida e no caráter. Quando perguntados pela razão de sua fé, tinham-na dado sem hesitação. Clara e singelamente tinham apresentado os princípios da justiça, ensinando assim aos que lhes estavam ao redor a respeito do Deus a quem adoravam. Eles tinham falado de Cristo, o Redentor vindouro; e na aparência do quarto no meio do fogo, o rei reconheceu o Filho de Deus.” Ellen White, Profetas e Reis Pág 509


Autor: Wesley Renilson Silva

Referencias bibliográficas:
Comentário Bíblico NVI antigo e Novo Testamento F.F Bruce, Daniel 3
Bíblia Hebraica Stuttgartensia
Targum Onkelos,
Targum Neofeti 
Targum Pseudo-Jonathan.
Dicionário  hebraico Koehler / Baumgartner padrão
Novo Testamento Grego Nestlé-Aland
T. Robinson, o Comentário Homilético do Pregador (1892), "Daniel",
p.72.
Comentário bíblico Moody p.33
Comentário Bíblico Africano p.1023
Comentário Bíblia de Estudo Shedd
Comentário Bíblico de Matthew Henry
Comentário Bíblico Expositivo, Warren W. Wiersbe
Notas Explicativas de John Wesley
Comentário Critico e Explicativo Sobre a Bíblia Inteira, Jamieson Fausset Brown
Ellen White, Profetas e Reis pág.508-509

Ellen White, Santificação pág. 38

Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://verdadepresent.blogspot.com/2017/09/daniel-325-o-quarto-homem-na-fornalha.html
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