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Classificação da Perseguição Religiosa 2019!

Classificação da Perseguição Religiosa 2019!
Classificação dos 50 Países com Perseguição Religiosa, onde seguir à Jesus pode custar a vida. Atualizado em 2019.

Escola Bíblica - 3º Trimestre 2019

Canal Luísa Criativa

terça-feira, 27 de agosto de 2019

A Metafísica de Aristóteles

A metafísica de Aristóteles

Aristóteles - Criador da Metafísica
Aristóteles - Criador da Metafísica

No conjunto de obras denominado Metafísica, Aristóteles buscou investigar o “ser enquanto ser”. Significa que buscou compreender o que tornava as coisas o que elas são. Nesse sentido, as características das coisas apenas nos mostram como as coisas estão, mas não definem ou determinam o que elas são. É preciso investigar as condições que fazem as coisas existirem, aquilo que determina “o que” elas são e aquilo que determina “como” são.
Em sua metafísica, Aristóteles fala acerca dos primeiros princípios. Os primeiros princípios dizem respeito aos princípios lógicos, a saber: o princípio de identidade, da não contradição e do terceiro excluído. O princípio de identidade é autoevidente e determina que uma proposição é sempre igual a ela. Disto pode-se afirmar que A=A. O princípio da não contradição afirma que uma proposição não pode, ao mesmo tempo, ser falsa e verdadeira. Não se pode propor que um triângulo possui e não possui três lados, por exemplo. O princípio do terceiro excluído afirma que ou uma proposição é verdadeira ou é falsa, e não há uma terceira opção viável. Tais princípios, deste modo, garantem as condições que asseguram a realidade das coisas.
Além dos princípios, de acordo com Aristóteles, existem quatro causas fundamentais que também são condições necessárias para que as coisas existam. As causas são: material, formal, eficiente e final. A causa material é a matéria da qual é feita a essência das coisas. A causa formal diz respeito à forma da essência. A causa eficiente é aquela que explica como a matéria recebeu determinada forma. A causa final é aquela que determina a finalidade das coisas existirem e serem como são.
Para compreender a conceituação das causas, pode-se pensar numa pedra que rola a montanha. A causa material é o minério da pedra, a causa formal é a inclinação da montanha, a causa eficiente é o empurrão feito na pedra e a causa final é a vontade da pedra de atingir o nível mais baixo. Assim, os primeiros princípios e as quatro causas são as condições básicas para que as coisas existam e possam ser conhecidas.
Disto, Aristóteles investiga sobre “o que” as coisas são. Nesse ponto, visa superar a ideia de seus antecessores, principalmente Platão, que afirmava que a essência das coisas está num mundo inteligível. Para Aristóteles, a essência das coisas está nas próprias coisas e não separada num mundo das formas e ideias perfeitas, isto é, a essência está na substância. A substância, para ele, é a fusão da matéria com a forma. Uma escultura de madeira, por exemplo, é a fusão da madeira (matéria) com o projeto do artesão (forma).
A partir dessa concepção, era ainda necessário que Aristóteles desse conta do problema do movimento, pois a substância possui a matéria – que está em constante movimento (transformação) – e a forma (que é imóvel). Para superar tal problema, ele usa a ideia de potência e ato. As substâncias possuem potencial para aquilo que ocorre com elas. Pode-se dizer que a gasolina, por exemplo, é inflamável. Significa afirmar que ela possui potencial para pegar fogo, porém é preciso pelo menos uma faísca para que a potência se torne realidade, ato.
Com isto, a metafísica de Aristóteles visa mostrar que o Estar em movimento possui mais importância do que o Ser imóvel de Platão.

Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/filosofia/metafisica.htm

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

LIÇÃO 09 - A MORDOMIA DO TRABALHO - 3º Trimestre 2019

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Humanismo - Parte 2/2

Humanismo


Produções Literárias
O período humanista possuía produções literárias que mesclavam características medievais e modernas. Entre elas, estavam:
→ Poesia Palaciana: proveniente das cantigas do Trovadorismo, possuía, porém, uma estrutura textual mais elaborada – redondilhas, ambiguidades, aliterações, assonâncias, figuras de linguagem, idealismo, sensualidade, métrica, ritmo e expressividade – e não era mais acompanhada por música, mas feita para ser recitada dentro dos palácios, para a nobreza.
Uma coletânea de poesias chamada Cancioneiro Geral reuniu 2865 autores e foi publicada em 1516. Essa organização foi realizada pelo poeta português Garcia Resende (1482-1536).
Os principais temas presentes nesse tipo de produção eram os costumes da corte, temas religiosos, satíricos, líricos e heroicos.
Exemplo de Poesia Palaciana:
Meu amor tanto vos quero,
que deseja o coração
mil cousas contra a razão.
Porque, se vos não quisesse,
como poderia ter
desejo que me viesse
do que nunca pode ser?
Mas conquanto desespero,
e em mim tanta afeição,
que deseja o coração.
(Aires Teles)
→ Prosa: A prosa humanista era divida entre as crônicas historiográficas e as crônicas ficcionais (novelas de cavalaria).
Fernão Lopes foi considerado o “pai da hisotiografia portuguesa”, pois, por meio de seus estudos e pesquisas historiográficas, relatou a vida dos principais reis de Portugal. Suas obras foram: Crônica de El-Rei D. Pedro (1434); Crônica de El-Rei D. Fernando (1436); Crônica de El-Rei D. João I (1443).
A crônica ficcional foi uma adaptação das novelas de cavalaria do Trovadorismo. Quando traduzidas, elas sofreram modificações para adequar-se ao pensamento e à realidade social da época. No período humanista, foi produzida, por exemplo, uma novela de cavalaria chamada Amadis de Gaula.
→ Teatro: Diferente da poesia e da prosa, o teatro humanista português era um teatro popular e tinha como objetivo moralizar e criticar a sociedade. Ele era dividido entre autos farsas.
Os autos eram encenações que abordavam, principalmente, a temática religiosa. Exemplos desse tipo de obra: Auto da Barca do InfernoAuto da LusitâniaAuto da Visitação. Já as farsas eram encenações curtas, populares, baseadas no cotidiano e tinham um caráter cômico.
O principal autor do teatro português foi Gil Vicente. Por causa de sua influência, inclusive, esse tipo de produção literária ficou conhecida como “teatro vicentino”, e suas principais características eram: retrato dos costumes e tipos da sociedade portuguesa; crítica social; caráter universal; antropocêntrismo; retrato de personagens caricaturadas e alegóricas; retrato psicológico das personagens; presença de humor e comicidade; presença de alegorias e misticismo; caráter moralizante e satírico; temas pastoris, cotidianos, profanos e religiosos.
Exemplo do teatro vicentino:
Todo mundo e Ninguém – Gil Vicente
Ninguém: Que andas tu aí buscando?
Todo mundo: Mil cousas ando a buscar:
delas não posso achar, 

porém ando porfiando
por quão bom é porfiar.
Ninguém: Como hás nome, cavaleiro?
Todo o Mundo: Eu hei nome Todo o Mundo
e meu tempo todo inteiro

sempre é buscar dinheiro
e sempre nisto me fundo.
Ninguém: Eu hei nome Ninguém,
e busco a consciência.
Belzebu: Esta é boa experiência:
Dinato, escreve isto bem.
Dinato: Que escreverei, companheiro?
Belzebu: Que ninguém busca consciência.
e todo o mundo dinheiro.
Perceba a intenção moralizante que esse texto trazia com a utilização de personagens míticas, levando o leitor/espectador a uma reflexão sobre suas atitudes. Há também o uso de personagens alegóricas para representar Todo o mundo e Ninguém.

Principais autores
- Fernão Lopes;
- Garcia de Resende;
- Gil Vicente;
- Miguel de Cervantes;
- William Shakespeare;
- François Rabelais;
- Luís de Camões;
- Erasmo de Roterdã;
- Dante Alighieri;
- Francesco Petrarca;
- Giovanni Bocaccio.

Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/literatura/humanismo.htm

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Bíblia Sagrada - Gênesis

Gênesis
Gênesis Capítulos 1 ao 3

CAPÍTULO 1

1 No princípio criou Deus os céus e a terra. 
2 E a terra estava desordenada e vazia, e as trevas estavam sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. 
3 E disse Deus: Haja luz; e houve luz. 
4 E viu Deus que a luz era boa: e separou Deus a luz das trevas. 
5 E chamou Deus à luz Dia, e às trevas chamou Noite: e foi a tarde e a manhã o primeiro dia. 
6 E disse Deus: Haja expansão em meio das águas, e separe as águas das águas. 
7 E fez Deus a expansão, e separou as águas que estavam debaixo da expansão, das águas que estavam sobre a expansão: e foi assim. 
8 E chamou Deus à expansão Céus: e foi a tarde e a manhã o dia segundo. 
9 E disse Deus: Juntem-se as águas que estão debaixo dos céus em um lugar, e descubra-se a porção seca: e foi assim. 
10 E chamou Deus à porção seca Terra, e à reunião das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom. 
11 E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente; árvore de fruto que dê fruto segundo a sua espécie, que sua semente esteja nela, sobre a terra: e foi assim. 
12 E produziu a terra erva verde, erva que dá semente segundo sua natureza, e árvore que dá fruto, cuja semente está nele, segundo a sua espécie; e viu Deus que era bom. 
13 E foi a tarde e a manhã o dia terceiro. 
14 E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus para separar o dia e a noite: e sejam por sinais, e para as estações, e para dias e anos; 
15 E sejam por luminares na expansão dos céus para iluminar sobre a terra: e foi. 
16 E fez Deus os dois grandes luminares; o luminar maior para que exerça domínio no dia, e o luminar menor para que exerça domínio na noite; fez também as estrelas. 
17 E as pôs Deus na expansão dos céus, para iluminar sobre a terra, 
18 E para exercer domínio no dia e na noite, e para separar a luz e as trevas: e viu Deus que era bom. 
19 E foi a tarde e a manhã o dia quarto. 
20 E disse Deus: Produzam as águas répteis de alma vivente, e aves que voem sobre a terra, na aberta expansão dos céus. 
21 E criou Deus as grandes criaturas marinhas, e toda coisa viva que anda arrastando, que as águas produziram segundo a sua espécie, e toda ave de asas segundo sua espécie: e viu Deus que era bom. 
22 E Deus os abençoou dizendo: Frutificai e multiplicai, e enchei as águas nos mares, e as aves se multipliquem na terra. 
23 E foi a tarde e a manhã o dia quinto. 
24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo a sua espécie, animais e serpentes e animais da terra segundo sua espécie: e foi assim. 
25 E fez Deus animais da terra segundo a sua espécie, e gado segundo a sua espécie, e todo animal que anda arrastando sobre a terra segundo sua espécie: e viu Deus que era bom. 
26 E disse Deus: Façamos ao ser humano à nossa imagem, conforme nossa semelhança; e domine os peixes do mar, e as aves dos céus, e os animais, e toda a terra, e todo animal que anda arrastando sobre a terra. 
27 E criou Deus o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. 
28 E Deus os abençoou; e disse-lhes Deus: Frutificai e multiplicai, e enchei a terra, e subjugai-a, e dominai os peixes do mar, as aves dos céus, e todos os animais que se movem sobre a terra. 
29 E disse Deus: Eis que vos dei toda erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda árvore em que há fruto de árvore que dá semente, vos será para comer. 
30 E a todo animal da terra, e a todas as aves dos céus, e a tudo o que se move sobre a terra, em que há vida, toda erva verde lhes será para comer: e foi assim. 
31 E viu Deus tudo o que havia feito, e eis que era bom em grande maneira. E foi a tarde e a manhã o dia sexto.

CAPÍTULO 2

1 E foram acabados os céus e a terra, e tudo o que neles há. 
2 E acabou Deus no dia sétimo sua obra que fez, e repousou o dia sétimo de toda sua obra que havia feito. 
3 E abençoou Deus ao dia sétimo, e o santificou, porque nele repousou de toda sua obra que havia Deus criado e feito. 
4 Estas são as origens dos céus e da terra quando foram criados, no dia que o SENHOR Deus fez a terra e os céus, 
5 E antes que toda planta do campo existisse na terra, e antes que toda erva do campo nascesse; porque ainda não havia o SENHOR Deus feito chover sobre a terra, nem havia homem para que lavrasse a terra; 
6 Mas subia da terra um vapor, que regava toda a face da terra. 
7 Formou, pois, o SENHOR Deus ao homem do pó da terra, e assoprou em seu nariz sopro de vida; e foi o homem em alma vivente. 
8 E havia o SENHOR Deus plantado um jardim em Éden ao oriente, e pôs ali ao homem que havia formado. 
9 E havia o SENHOR Deus feito nascer da terra toda árvore agradável à vista, e boa para comer: também a árvore da vida em meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. 
10 E saía de Éden um rio para regar o jardim, e dali se repartia em quatro ramificações. 
11 O nome de um era Pisom: este é o que cerca toda a terra de Havilá, onde há ouro: 
12 E o ouro daquela terra é bom; há ali também bdélio e pedra ônix. 
13 O nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe. 
14 E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai diante da Assíria. E o quarto rio é o Eufrates. 
15 Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem, e o pôs no jardim de Éden, para que o lavrasse e o guardasse. 
16 E mandou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás; 
17 Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás dela; porque no dia que dela comeres, morrerás. 
18 E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; farei para ele ajuda idônea para ele. 
19 Formou, pois, o SENHOR Deus da terra todo animal do campo, e toda ave dos céus, e trouxe-os a Adão, para que visse como lhes havia de chamar; e tudo o que Adão chamou aos animais viventes, esse é seu nome. 
20 E pôs Adão nomes a todo animal e ave dos céus e a todo animal do campo: mas para Adão não achou ajuda que estivesse idônea para ele. 
21 E o SENHOR Deus fez cair sonho sobre Adão, e ele adormeceu: então tomou uma de suas costelas, e fechou a carne em seu lugar; 
22 E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, fez uma mulher, e trouxe-a ao homem. 
23 E disse Adão: Esta é agora osso de meus ossos, e carne de minha carne: esta será chamada Mulher, porque do homem foi tomada. 
24 Portanto, deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se achegará à sua mulher, e serão uma só carne. 
25 E estavam ambos nus, Adão e sua mulher, e não se envergonhavam.

CAPÍTULO 3

1 Porém a serpente era astuta, mais que todos os animais do campo que o SENHOR Deus havia feito; a qual disse à mulher: Deus vos disse: Não comais de toda árvore do jardim? 
2 E a mulher respondeu à serpente: Do fruto das árvores do jardim comemos; 
3 Mas do fruto da árvore que está em meio do jardim disse Deus: Não comereis dele, nem o tocareis, para que não morrais. 
4 Então a serpente disse à mulher: Não morrereis; 
5 Mas sabe Deus que no dia que comerdes dele, serão abertos vossos olhos, e sereis como deuses sabendo o bem e o mal. 
6 E viu a mulher que a árvore era boa para comer, e que era agradável aos olhos, e árvore cobiçável para alcançar a sabedoria; e tomou de seu fruto, e comeu; e deu também a seu marido, o qual comeu assim como ela. 
7 E foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus: então coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais. 
8 E ouviram a voz do SENHOR Deus que se passeava no jardim ao esfriar do dia: e escondeu-se o homem e sua mulher da presença do SENHOR Deus entre as árvores do jardim. 
9 E chamou o SENHOR Deus ao homem, e lhe disse: Onde estás? 
10 E ele respondeu: Ouvi tua voz no jardim, e tive medo, porque estava nu; e me escondi. 
11 E disse-lhe: Quem te ensinou que estavas nu? Comeste da árvore de que eu te mandei não comesses? 
12 E o homem respondeu: A mulher que me deste por companheira me deu da árvore, e eu comi. 
13 Então o SENHOR Deus disse à mulher: Que é o que fizeste? E disse a mulher: A serpente me enganou, e comi. 
14 E o SENHOR Deus disse à serpente: Porquanto isto fizeste, maldita serás entre todos os animais selvagens e entre todos os animais do campo; sobre teu peito andarás, e pó comerás todos os dias de tua vida: 
15 E inimizade porei entre ti e a mulher, e entre tua descendência e a descendência dela; esta te ferirá na cabeça, e tu lhe ferirás no calcanhar. 
16 À mulher disse: Multiplicarei em grande maneira tuas dores e teus sofrimentos de parto; com dor darás à luz os filhos; e a teu marido será teu desejo, e ele exercerá domínio sobre ti. 
17 E ao homem disse: Porquanto obedeceste à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te mandei dizendo, Não comerás dela; maldita será a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias de tua vida; 
18 Espinhos e cardos te produzirá, e comerás erva do campo; 
19 No suor de teu rosto comerás o pão até que voltes à terra; porque dela foste tomado: pois pó és, e ao pó voltarás. 
20 E chamou o homem o nome de sua mulher, Eva; porquanto ela era mãe de todos o viventes. 
21 E o SENHOR Deus fez ao homem e à sua mulher túnicas de peles, e vestiu-as. 
22 E disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de Nos sabendo o bem e o mal: agora, pois, para que não estenda sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva para sempre: 
23 E tirou-o o SENHOR do jardim de Éden, para que lavrasse a terra de que foi tomado. 
24 Lançou, pois, fora ao homem, e pôs ao oriente do jardim de Éden querubins, e uma espada acesa que se revolvia a todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida.


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LIÇÃO 08 - A MORDOMIA DO TEMPO - 3º Trimestre 2019

O Evangelho de Jesus, alcançando o Mundo!