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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Direito na Filosofia Grega - Terceira Parte

Direito na Filosofia Grega - Terceira parte


Os Socráticos (Sócrates, Platão, Aristóteles)

Sócrates

Sócrates viveu em Atenas e foi condenado a beber cicuta por corromper a juventude com suas ideias. Ele viu de perto as corrupções, as mazelas da “democracia”.
Sua frase famosa _ “Só sei que nada sei” representa à negação de tudo aquilo que lhe é dado por não ter a certeza da certeza, verificando através de um método dialético.
Esse processodialético se divide em duas partes:
 - Exortação: Seria o tema ao qual será abordado
Indagação(Refutação e maiêutica): Seriam perguntas sobre algum tema, para depois elaborar uma resposta e chegando assim em uma verdade.


Sócrates afirma que o conhecimento está na alma. O corpo recebe uma alma que possui o conhecimento, mas essa alma esqueceu o que conhece e à medida que o tempo vai passando ela vai rememorando aquilo que ela já sabia.
É como se sua alma tivesse passado por um rio antes de chegar ao seu corpo. Esse rio seria chamado rio do esquecimento, na qual você não se lembraria do que você já sabia. Você somente vai rememorando tudo aquilo que de fato já conhecia antes de passar pelo rio.
Depois que você passa pelo rio, tudo aquilo que você vai vivenciando provavelmente não vai esquecer. Isso é chamado de Alétheia (Não esquecimento).
“Sua alma já tinha visto tudo àquilo que lhe dado, só seu corpo que não conhecia
Essa frase explica o fenômeno Deja-vu (Quando você passa por alguma situação e tem a impressão de já ter vivenciado).
Sócrates não escreveu nenhuma obra. Platão seu discípulo, foi quem mais escreveu sobre o pensamento Socrático. Além de Platão, Xenofonte e Aristófanestambém escreveram.
Aristófanes foi um crítico de Sócrates. Ele criou uma obra chamada (As nuvens), que narra à história de um filósofo, que por maneira satírica se chama “Sócrates”.
Um homem que de tanto olhar pro céu não olha pro chão e cai no buraco. Se preocupa muito mais com a ideia e pouco com a realidade”.

Mitos e Alegorias da antiguidade

Mito - É calar-se de boca a ouvido. São histórias e contos que só as pessoas preparadas poderão conhecer.
Alegoria - É algo que você poderá contar para todos.
Alegoria da caverna: “Narra à história de homens que estão em uma caverna. Nesta caverna há uma parede em que são projetadas sombras que são oriundas de uma espécie de fenda (furo) de uma parede que está atrás deles. Um dos homens rompe com as correntes que os prendem e sai da caverna. Ao sair encontra muita dificuldade porque ele sempre viu sombras, mas aos poucos ele vai se acostumando com o ambiente. É nesse momento que ele descobre o que é o Bom, O belo e O justo (descobre a verdade)”.
         Essa história nos mostra que a pessoa precisa está preparada para receber as verdades. Não poderá contar pra todo mundo, porque você poderá correr o risco de até morrer.

Alegoria do cocheiro: “Narra à história de um homem que representa a razão. Este homem estava com dois cavalos, um é o cavalo da ira e o outro é o cavalo da paixão. Qual dos dois cavalos é mais difícil de controlar com um desembeste?
 É a paixão (do verbo latino, patior, que significa sofrer ou suportar uma situação difícil) é uma emoção de ampliação quase patológica”     ·  

O mito de Giges: “Narra à história de um sujeito que trabalhava pastoreando pro Rei de uma determinada região européia. Quando de repente abre-se uma fenda (buraco) no solo e nessa fenda que se abre no solo têm muitas riquezas. O sujeito olhando aquela riqueza acaba pegando um anel que estava dentro de um cavalo de bronze e mais ainda dentro de um esqueleto. Ele pega o anel e coloca no seu dedo. Nisso ele vai a uma reunião com o Rei como sempre ia normalmente. Nesta reunião o sujeito ficou mexendo no anel, colocando a pedra brilhante virada para a palma da sua mão, ficando assim invisível. Ele fica muito nervoso, pois é algo inédito em sua vida. Daí ele começa a pensar no que fazer sendo invisível?
         “Ele aproveitando que estava invisível mata o Rei, conquista Rainha e vira o novo governante”.
Com essa história pergunta-se a Sócrates, se tivéssemos dois anéis e os entregássemos a um homem justo e o outro a um homem injusto. Como eles agiriam?
Poderá que o justo faça coisa justa e o injusto faça coisa injusta. Aquele que fica invisível as leis fica mais evidente que cometerá atos ilícitos.

Mito de ER: Platão faz a tentativa de oferecer uma resposta ao pensamento ao mito de Giges. Esse mito narra à história de um homem que foi a uma guerra e nesta guerra ele foi morto e lançado a um campo onde estavam outros assim como ele. Terminada a guerra recolheram os corpos inclusive o dele, aliás, não estava em putrefação. Levaram todos os corpos para serem cremados. Quando vai cremar o corpo do rapaz, ele volta a viver e diz: Eu vi o que é o outro lado. As pessoas que praticam o mal aqui na terra vão sofrer 10 vezes mais com o mal que praticaram. E os que fazem o bem vão ser agraciados 10 vezes mais com o bem que praticaram.

Fonte de referência, estudos e pesquisa:

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