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Classificação da Perseguição Religiosa 2020

Classificação da Perseguição Religiosa 2020
Classificação dos 50 Países com Perseguição Religiosa, onde seguir à Jesus pode custar a vida. Atualizado em 2020

Canal Luísa Criativa

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Os Benefícios do Alho

OS BENEFÍCIOS DO ALHO

13 benefícios do alho para sua saúde (muito além do tempero)


       Além de deixar a comida deliciosa, o alho aumenta a imunidade, reduz o colesterol, previne a hipertensão, o derrame; e muito mais.

13 benefícios do alho para sua saúde (muito além do tempero)


O alho que deixa sua comida mais saborosa todos os dias é muito mais que um simples tempero. As grandes civilizações antigas, como os egípcios, os babilônios, os gregos, os romanos e os chineses exaltavam essa planta comestível. E isso, especialmente, por suas propriedades medicinais.
Quem nunca tomou um chá de alho contra os sintomas da gripe, por exemplo? Basicamente, se passa apertado para engolir um remédio caseiro potente, apesar de nada saboroso. Mesmo assim, depois disso o resfriado vai embora rapidinho, sem a necessidade de fármacos.

Apesar de causar desconforto enquanto está cru, por causa do cheiro e da picância, ele é um excelente aliado da saúde. A maioria dos benefícios do alho, aliás, se dão por meio de compostos de enxofre, liberados quando o dente é picado, esmagado ou mastigado.

Dentes que nutrem

Mas não é só isso. O alho também é altamente nutritivo para nosso corpo. Inclusive, contém pouquíssimas calorias.
Por exemplo, uma porção de 28 gramas de alho (mais ou menos 5 dentes) tem apenas 42 calorias. Desse total, 1,8 gramas é de proteína e 9 gramas, de carboidratos.

       Essa mesma porção de alho também contém 23% da ingestão diária recomendada de manganês; 17% da ingestão diária recomendada de vitamina B6; 15%, de vitamina C; 6% de selênio; e quantidades significativas de cálcio, cobre, potássio, ferro e vitamina B1.

Como tirar proveito do alho para a saúde?

Segundo especialistas, para ter acesso aos benefícios do alho para a saúde (que você confere abaixo), é preciso consumir de meio a 3 dentes de alho por dia.
A dica para potencializar os “milagres” do alho é picar ou amassar os dentes de alho 10 minutos antes de temperar a comida. Quem entende do assunto garante que esse descanso aumenta a quantidade de alicina, a principal responsável por suas propriedades benéficas à saúde.




Confira alguns benefícios do alho para sua saúde:


1. Combater vírus, bactérias e fungos, pois é rico em alicina;
2. Combater câncer de cólon, devido à presença dos sulfuretos de alila;
3. Prevenir a aterosclerose, por reduzir o colesterol alto e os triglicerídeos;
4. Proteger o coração, por reduzir o colesterol;
5. Diminuir a pressão a alta e prevenir trombose, por facilitar a circulação sanguínea;
6. Atuar como anti-inflamatório;
7. Melhorar os sintomas da asma e facilitar a respiração.
8. Melhorar a imunidade, se consumido cru, por ser rico em vitamina C e outros nutrientes que ajudam, especialmente, contra os sintomas de gripes e resfriados;
9. Prevenir a demência e a doença de Alzheimer, por conter antioxidantes que sustentam os mecanismos de proteção do organismo contra os danos causados pelos radicais livres, especialmente no cérebro;
10. Melhorar o desempenho atlético, por conter componentes capazes de reduzir a fadiga e aumentar a capacidade de trabalho (na Grécia Antiga ele já era usado também para esses fins);
11. Combater a intoxicação por metais pesados, especialmente o chumbo. O benefício fica por conta do enxofre do alho, que protege os órgãos internos;
12. Melhorar a saúde óssea, minimizando a perda da estrutura óssea e aumentando o estrogênio em mulheres (especialmente durante a menopausa);
13. Aumentar a longevidade, por combater doenças infecciosas, reduzir as chances de doenças do coração, aumentar a imunidade e contar com todas os demais benefícios já listados nessa seleção.
E então, você sabia que o alho poderia trazer tantos benefícios para sua vida? Você tem hábito de consumir esse tempero em seus dia a dia? Comente!
E, falando nesse tempero (que é também um santo remédio), não deixe de conferir ainda essa dica para facilitar sua vida na hora de manuseá-lo: Como descascar alho de maneira rápida e fácil.
Fonte: Tua SaúdeEcycle



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terça-feira, 26 de maio de 2020

O Casamento Verdadeiro

O Casamento Verdadeiro

Passo-a-passo de uma Cerimônia de Casamento | Mariée: Inspiração ...
        O Casamento verdadeiro te leva ao Reino de Deus, a união carnal somente; te leva ao inferno...
      Edifique seu casamento sobre uma rocha, esta rocha é Jesus Cristo, e não sobre a areia para não desmoronar, hoje vivenciamos casamentos e casamentos, é um casa separa e ainda os ajuntamentos de pessoas...
     Você que se considera um Cristão Evangélico (salvo por Jesus), mas no entanto existem ainda algumas condições sociais e espirituais a serem corrigidas, não encare este artigo como um julgamento ou ainda uma condenação; errar é algo humano mas no entanto deve-se buscar em Deus a correção de nossos erros (pecados), um dos grandes pecados que estão sendo acometidas as nossas igrejas é que pessoas se conhecem e começam a viver um grande amor, este amor parte para um relacionamento mais intimo, ai vem o pecado, sim o pecado da prostituição. 

     Um homem solteiro ou viúvo e uma mulher solteira ou viúva, o que os impede de selarem uma aliança verdadeira com Deus e com a pessoa que ama, se existe algum impedimento legal busque a resolução do impedimento, para que você seja liberto do pecado, viver sem contrair um matrimônio oficial perante um Juiz de Paz e principalmente perante Deus é um pecado, e são muitas as pessoas que vivem esta situação, coloque diante de seu companheiro, de sua companheira esta condição que você está vivendo "é um pecado de prostituição" só que a diferença entre viver no pecado e corrigir o erro do pecado. 
      "O Senhor prova o justo, mas o ímpio e a quem ama a injustiça, a sua alma odeia." (Salmos 11:5) o casamento é uma forma de justiça perante Deus e os homens, principalmente perante Deus que foi o criador, projetor e instituidor do casamento entre homem e mulher (o que te impede de consumar seu casamento) "Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da fornicação; Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra; 1 Tessalonicenses 4:3-4." Fornicação é pecado...
       A palavra fornicação, apesar de ser bem conhecida no meio evangélico, só aparece na Bíblia Almeida versão Revista e Corrigida, nos versículos de At 15. 29 e 1 Co 5.1.
      Segundo o dicionário Almeida, fornicação significa "relações sexuais ilícitas (At 15.29, RC)"  

       A palavra Ilícita, segundo o mesmo dicionário, significa "Que é contra a lei ou a moral (Mt 5.32, RA)". Juntando as definições, podemos definir fornicação como "relação sexual feita de forma imoral e contra a lei de Deus".
     É preciso entender que fornicação não é apenas o sexo fora do casamento, mas também adultério (Mt 5.27-28), pornografia (I Co 6.18), homo sexualismo (Rm 1.27) e até mesmo o sexo contrário a natureza (Rm 1.26).
      Para Deus o sexo aprovado é somente aquele que é feito no casamento. No Antigo Testamento, o sexo era a consumação do casamento. Em Gênesis 24.67, a Bíblia narra o casamento de Isaque com Rebeca:


     "Isaque conduziu-a até à tenda de Sara, mãe dele, e tomou a Rebeca, e esta lhe foi por mulher. Ele a amou; assim, foi Isaque consolado depois da morte de sua mãe."
Em 1 Coríntios 6.16 a Bíblia Sagrada mostra que quando um homem tem relação com a prostituta, torna-se uma só carne com ela:
   "Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque,
como se diz, serão os dois uma só carne."
   Uma só carne é a mesma expressão usada em Gêneses 2.24, texto referido a união (casamento) de Adão e Eva. Portanto, a relação sexual é a união de duas carnes em uma, o casamento.
     Desta forma não deve ser praticado por diversão ou alívio da carne; é um compromisso muito sério, e deve ser reservado para a pessoa separada por Deus para ser o cônjuge.           Um exemplo real que acomete os cristãos "sou cristão ou sou cristã" conheci alguém e vivemos maritalmente esta situação não existe na visão de Deus para o homem e mulher que se diz de Deus, o que te impede de casar oficialmente e retirar este peso de sua vida e da vida da pessoa que você ama, você tem medo ou vergonha e já se acomodou por estar nesta situação a muito tempo, Deus te chama hoje para acertar os ponteiros com Ele, não olhe para os críticos olhe somente para o Deus que te quer feliz aqui neste mundo e principalmente na vida eterna com Jesus Cristo.
     A pornografia e as carícias maliciosas do relacionamento do namoro ou noivado, como já foram citadas, também podem ser consideradas como fornicação, pois enquadram-se na imoralidade sexual descrita em 1 Coríntios 6.18.

"Fujam da imoralidade sexual! Qualquer outro pecado que alguém comete não afeta o corpo, mas a pessoa que comete imoralidade sexual peca contra o seu próprio corpo."
"Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; Romanos 1:23-24"
Jesus Cristo reforça a importância do casamento (oficial) criado e instituído por Deus: "Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Marcos 10:7-9"

"Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la. Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade. Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta. Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. 
       Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. João 4:15-24".
      Se existe a prática da fornicação em sua vida, deixe-a e peça perdão a Deus. Ande em santidade é será abençoado hoje e até a eternidade. Seja um verdadeiro adorador, não somo perfeitos humanamente falando mas quando nos referimos à Deus importa que sejamos verdadeiros pois Ele conhece e sabe o que passa em nosso coração pois Ele nos criou...




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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Expansão Colonial

Expansão colonial


Outro aspecto importante da Sociedade Internacional do século XIX é a nova expansão colonial. Durante todo o século, mas sobretudo em sua segunda metade, desenvolveu-se um processo de conquistas europeias sobre a África e Ásia, denominado Neocolonialismo. Na virada do século, praticamente todo o continente africano, à exceção da Etiópia e da Libéria, estava sob jugo das Potências europeias como parte de seus impérios coloniais.

O Neocolonialismo foi a principal expressão do Nacionalismo e do Imperialismo, este último a forma assumida pelo capitalismo a partir da Segunda Revolução Industrial, segundo os globalistas.

Os defensores do Estado-nação entendiam o Estado como progressista (capaz de desenvolver uma economia, tecnologia, organização burocrática e força militar viáveis), ou seja, precisava ser pelo menos territorialmente grande. Para a sociedade burguesa moderna, liberal e progressista, a unidade estatal natural deveria ser extensa, daí o decorrente expansionismo colonial. O padrão de programa nacional do século XX seria diferente: Estado totalmente independente, homogêneo territorial e linguisticamente, laico e provavelmente republicano/parlamentar.


 O sionismo, que refundaria o Estado de Israel, seguiria esse padrão: tomar o território, inventar uma língua e laicizar as estruturas de um povo cuja unidade histórica havia sido apenas a prática de uma religião comum.


Europa – Wikipédia, a enciclopédia livreA concepção nacionalista de Estado do século XIX se casou perfeitamente com os objetivos capitalistas. O domínio das Potências europeias sobre povos dos outros continentes não foi apenas econômico, mas também militar, político e social, impondo à força um novo modelo de organização do trabalho que pudesse garantir, principalmente, a obtenção de matéria-prima para as indústrias europeias. À violência militar e à exploração do trabalho somam-se as imposições sociais, incluindo a disseminação do cristianismo entre os povos nativos, num processo de aculturação, sob a justificativa de que se estaria levando os valores ocidentais da “civilização” aos povos primitivos. Era o “ideal civilizador do homem branco”.

Nesse processo mercantil-civilizador, a África foi conquistada e dividida, o mesmo acontecendo com parte da Ásia. Impérios tradicionais como a China sucumbiram à hegemonia europeia. O mundo nunca se mostrara tão eurocêntrico, e as nações europeias efetivamente eram as protagonistas das relações internacionais. O planeta como um todo tornou-se o tabuleiro do jogo de poder entre as Potências europeias.





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domingo, 24 de maio de 2020

A Peste Negra - Resumo Histórico

A Peste Negra - Resumo Histórico



            A peste negra é uma doençcausada pelo bacilo Yersinia pestis, que desencadeou uma pandemia, isto é, uma proliferação generalizada, que ocorreu na segunda metade do século XIV, na Europa, matando um terço da população desse continente. Essa peste integrou a série de acontecimentos que contribuíram para a crise da Baixa Idade Média, como as revoltas camponesasa Guerra dos Cem Anos e o declínio da cavalaria medieval.

Origem e propagação da peste negra

          A peste negra tem sua origem no continente asiático, precisamente na China. Sua chegada à Europa está relacionada às caravanas de comércio que vinham da Ásia através do Mar Mediterrâneo e aportavam nas cidades costeiras europeias, como Veneza e Gênova. Calcula-se que cerca de um terço da população europeia tenha sido dizimada por conta da peste.
        A propagação da doença, inicialmente, deu-se por meio de ratos e, principalmente, pulgas infectados com o bacilo, que acabava sendo transmitido às pessoas quando essas eram picadas pelas pulgas – em cujo sistema digestivo a bactéria da peste multiplicava-se. Num estágio mais avançado, a doença começou a se propagar por via aérea, por meio de espirros e gotículas.
           Contribuíam com a propagação da doença as precárias condições de higiene e habitação que as cidades e vilas medievais possuíam – o que oferecia condições para as infestações de ratazanas e pulgas.
                Outro fenômeno da época em que se desencadeou a peste foi a atribuição da causa da moléstia aos povos estrangeiros, notadamente aos judeus. Os judeus, por não serem da Europa e por, desde a Idade Antigaviverem em constante migração, passando por várias regiões do mundo até se instalarem nos domínios do continente europeu, acabaram por se tornarem o “bode expiatório” das multidões enfurecidas. Milhares de judeus foram mortos durante a eclosão da peste.
A morte no cavalo ao fundo da pintura mostra o caráter universal da morte no contexto da pandemia de peste negra.
A morte no cavalo ao fundo da pintura mostra o caráter universal da morte no contexto da pandemia de peste negra.
Uma das tentativas de compreensão do fenômeno mortífero da peste negra pode ser vista nas representações pictóricas da chamada “A dança macabra”, ou “A Dança da Morte”. As pinturas que retratavam a “dança macabra” apresentavam uma concepção nítida da inexorabilidade da morte e da putrefação do corpo. Nestas pinturas, aparecem sempre esqueletos humanos “dançando” em meio a todo tipo de pessoa, desde senhores e clérigos até artesãos e camponeses – evidenciando assim o caráter universal da morte.

Sintomas da peste negra

Como ainda não havia um desenvolvimento satisfatório da ciência médica nesta época, não se sabia as causas da peste e tampouco os meios de tratá-la ou de sanear as cidades e vilas. A peste foi denominada “negra” por conta das afecções na pele da pessoa acometida por ela, isto é, a doença provocava grandes manchas negras na pele, seguidas de inchaços em regiões de grande concentração de gânglios do sistema linfático, como a virilha e as axilas.
Esses inchaços também eram conhecidos como “bubões”, por isso a peste negra também é conhecida como peste bubônica. A morte pela peste era dolorosa e terrível, além de rápida, pois variava de dois a cinco dias após a infecção. 
ASSISTA ÀS VÍDEO AULAS: 


CINCO DOENÇAS QUE MARCARAM A HISTÓRIA DA HUMANIDADE:

https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/cinco-doencas-que-marcaram-a-historia-da-humanidade.htm





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sábado, 23 de maio de 2020

Apocalipse Capítulo 9

Apocalipse Capítulo 9


As sete trombetas do Apocalipse - Pregações e Estudos Bíblicos

1 E o quinto anjo tocou a sua trombeta, e vi uma estrela que do céu caiu na terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo.
2 E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha, e com a fumaça do poço escureceu-se o sol e o ar.
3 E da fumaça vieram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o poder que têm os escorpiões da terra.
4 E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas o selo de Deus.
5 E foi-lhes permitido, não que os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem; e o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere o homem.
6 E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles.
7 E o parecer dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia umas como coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens.
8 E tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como de leões.
9 E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate.
10 E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era para danificar os homens por cinco meses.
11 E tinham sobre si rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego Apoliom.
12 Passado é já um ai; eis que depois disso vêm ainda dois ais.
13 E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus,
14 A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates.
15 E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens.
16 E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles.
17 E assim vi os cavalos nesta visão; e os que sobre eles cavalgavam tinham couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo e fumaça e enxofre.
18 Por estes três foi morta a terça parte dos homens, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas bocas.
19 Porque o poder dos cavalos está na sua boca e nas suas caudas. Porquanto as suas caudas são semelhantes a serpentes, e têm cabeças, e com elas danificam.
20 E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar.
21 E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua fornicação, nem dos seus furtos.


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sexta-feira, 22 de maio de 2020

A dignidade da pessoa humana como princípio absoluto

A dignidade da pessoa humana como princípio absoluto

O princípio norteador da dignidade humana e a sua relação com o ...
Trata do valor absoluto da dignidade da pessoa humana na qualidade de princípio fundamental e sua possibilidade de realitivização.
Têm a sua fonte ética na dignidade da pessoa humana os direitos, liberdades e garantias pessoais e os direitos econômicos, sociais e culturais comuns a todas as pessoas. (MIRANDA apud SIQUEIRA CASTRO, p.174)
Mais precisamente, várias são as passagens na Constituição Federal que denotam a dignidade da pessoa humana, como no artigo 5º, incisos III (não submissão a tortura), VI (inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença), VIII (não privação de direitos por motivo de crença ou convicção), X ( inviolabilidade da vida privada, honra e imagem), XI (inviolabilidade de domicílio), XII (inviolabilidade do sigilo de correspondência), XLVII (vedação de penas indignas), XLIX (proteção da integridade do preso) etc.
Ingo Wolfgang Sarlet bem define a dignidade da pessoa humana (2001, p.60):
Temos por dignidade da pessoa humana a qualidade intrínseca e distintiva de cada ser humano que o faz merecedor do mesmo respeito e consideração por parte do Estado e da comunidade, implicando, neste sentido, um complexo de direitos e deveres fundamentais que assegurem a pessoa tanto contra todo e qualquer ato de cunho degradante e desumano, como venham a lhe garantir as condições existenciais mínimas para uma vida saudável, além de propiciar e promover sua participação ativa co-responsável nos destinos da própria existência e da vida em comunhão dos demais seres humanos.
A dignidade da pessoa humana, prevista no artigo 1º, inciso III da Constituição Federal, constitui um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito, inerente à República Federativa do Brasil. Sua finalidade, na qualidade de princípio fundamental, é assegurar ao homem um mínimo de direitos que devem ser respeitados pela sociedade e pelo poder público, de forma a preservar a valorização do ser humano.
Sendo a dignidade da pessoa humana um fundamento da República, a essa categoria erigido por ser um valor central do direito ocidental que preserva a liberdade individual e a personalidade, portanto, um princípio fundamental alicerce de todo o ordenamento jurídico pátrio, não há como ser mitigado ou relativizado, sob pena de gerar a instabilidade do regime democrático, o que confere ao dito fundamento caráter absoluto.
Nesse sentido, Flávia Piovesan diz que (2000, p. 54):
A dignidade da pessoa humana, (...) está erigida como princípio matriz da Constituição, imprimindo-lhe unidade de sentido, condicionando a interpretação das suas normas e revelando-se, ao lado dos Direitos e Garantias Fundamentais, como cânone constitucional que incorpora “as exigências de justiça e dos valores éticos, conferindo suporte axiológico a todo o sistema jurídico brasileiro.
Diz ainda a autora que (2004, p. 92):
É no valor da dignidade da pessoa humana que a ordem jurídica encontra seu próprio sentido, sendo seu ponto de partida e seu ponto de chegada, na tarefa de interpretação normativa. Consagra-se, assim, dignidade da pessoa humana como verdadeiro super princípio a orientar o Direito Internacional e o Interno.
Ainda nesse contexto de conferir à dignidade da pessoa humana um status de princípio fundamental, essencial, fonte de todo ordenamento jurídico brasileiro, manifesta-se o STF:
(...) o postulado da dignidade da pessoa humana, que representa - considerada a centralidade desse princípio essencial (CF, art. 1º, III) - significativo vetor interpretativo, verdadeiro valor-fonte que conforma e inspira todo o ordenamento constitucional vigente em nosso País e que traduz, de modo expressivo, um dos fundamentos em que se assenta, entre nós, a ordem republicana e democrática consagrada pelo sistema de direito constitucional positivo (...). (HC 95464, Relator(a): Min. CELSO DE MELLO, Segunda Turma, julgado em 03/02/2009, DJe-048 DIVULG 12-03-2009 PUBLIC 13-03-2009 EMENT VOL-02352-03 PP-00466)
Logo, a dignidade da pessoa humana, se tomada como fundamento da República, princípio fundamental do ordenamento pátrio, norte constitucional, mínimo de direitos que garantem uma existência digna, não pode ser relativizada por constituir valor absoluto, vez que, nessa hipótese, o indivíduo é protegido por ser colocado em contraposição à sociedade ou ao Poder Público, portanto, em situação de vulnerabilidade.
Ocorre que, com a interpenetração dos Direitos Público e Privado e a constitucionalização do Direito Civil, o princípio da dignidade da pessoa humana deve ser aplicado não apenas às relações do indivíduo com a sociedade e o Poder Público, mas também às relações interindividuais de cunho civil e comercial, e é aí que surge a ideia de relativização da dignidade da pessoa humana, pois, em se tratando de indivíduos em situação de igualdade, a dignidade de um indivíduo encontra-se em contraposição à igual dignidade do outro. (SARMENTO, 2006, p.140)
Assim, em se tratando de choque entre princípios individuais, ainda que tenham como vetor a dignidade da pessoa humana (subprincípios), dela derivando, não há como afastar a necessária relativização do princípio em si, cabendo ao aplicador do direito o bom senso de atribuir a importância, peso ou valor à dignidade de um em detrimento da dignidade do outro na busca da solução mais adequada para o caso concreto.
Como exemplo prático, é a decisão do TJ/RS:
EXECUÇÃO DE ALIMENTOS. INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA DO DEVEDOR DE ALIMENTOS. CABIMENTO. Tentada a localização do executado de todas as formas, residindo este em outro Estado e arrastando-se a execução por quase dois anos, mostra-se cabível a interceptação telefônica do devedor de alimentos. Se por um lado a Carta Magna protege o direto à intimidade, também abarcou o princípio da proteção integral a crianças e adolescentes. Assim, ponderando-se os dois princípios sobrepõe-se o direito à vida dos alimentados. A própria possibilidade da prisão civil no caso de dívida alimentar evidencia tal assertiva. Tal medida dispõe inclusive de cunho pedagógico para que outros devedores de alimentos não mais se utilizem se subterfúgios para safarem-se da obrigação. Agravo provido. (SEGREDO DE JUSTIÇA) (Agravo de Instrumento Nº 70018683508, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Maria Berenice Dias, Julgado em 28/03/2007)
Na ementa supra, colocados em confronto a intimidade do executado, princípio inerente à sua dignidade, e a proteção da criança e do adolescente, ambos princípios de mesma hierarquia porque constitucionais, a dignidade de um foi mitigada pela dignidade do outro, sopesando-se a proporcionalidade na prevalência de um princípio individual sobre o outro. Nesse caso, em se tratando de relações entre particulares e havendo choque entre princípios distintos que têm como vetor comum a dignidade da pessoa humana, há que se aplicar a ponderação, técnica utilizada para solucionar conflitos entre princípios, segundo a qual é “estabelecida uma relação de preferência condicionada que diz sob quais condições um princípio precede ao outro”. (NOVELINO, 2010, p.145)
É evidente que os princípios constitucionais, como no caso do princípio da dignidade da pessoa humana devem prevalecer sobre os princípios infraconstitucionais, na medida em que aqueles servem de fundamento de validade para estes.
O princípio da dignidade da pessoa humana em si também pode entrar em conflito com outros princípios constitucionais distintos que não derivem diretamente do valor da dignidade da pessoa humana, exempli gratia, o princípio da livre concorrência, caso em que deve ser mantida a aplicação do mesmo procedimento da ponderação para equilibrar a relação entre o indivíduo e a empresa, de forma a evitar que o princípio da dignidade da pessoa humana aniquile a liberdade econômica ou liberdade da empresa.
Portanto, o limite de uma dignidade passa a ser a igual dignidade ou direito do outro, não se podendo privilegiar um em detrimento de outro com igual dignidade ou direito, sendo o princípio em si relativo no que tange às relações individuais entre particulares com a aplicação do justo juízo de ponderação para mitigação ou relativização dos princípios envolvidos. Por outro lado, o valor contido na dignidade da pessoa humana como fundamento da República é absoluto, inafastável, não podendo inclusive ser renunciado, porque consiste no respeito à integridade do homem e deve sempre ser levado em conta por constituir a essência e o fim maior do Estado Democrático de Direito.
Bibliografia
CASTRO, Carlos Roberto Siqueira. Dignidade da Pessoa Humana: o princípio dos princípios constitucionais: in SARMENTO, Daniel. GALDINO, Flávio (Org). Direitos Fundamentais: Estudos em homenagem ao professor Ricardo Lobo Torres. Rio de Janeiro: Renovar, 2006. p.135-179.
NOVELINO, Marcelo. Direito Constitucional. São Paulo: Editora Método, 2010.
PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o direito constitucional internacional. 4ed. São Paulo: Max Limonad, 2000.
PIOVESAN, Flávia. Direitos Humanos, O Princípio da dignidade da pessoa humana e a Constituição de 1988, 2004.
SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais2ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001.






Fonte de referência, pesquisa e estudos:

quinta-feira, 21 de maio de 2020

A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - Continuação

A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - Continuação


O imediato pós-guerra: 1945-1947


Bomba atômica: história, como funciona, curiosidades - Brasil EscolaA destruição atômica de Hiroshima e Nagasaki, em 1945, simboliza o ocaso da velha ordem internacional do século XIX, o surgimento de um vácuo de poder na Europa, o fim dos sonhos de uma terceira Grande Potência (Alemanha) para substituir o antigo equilíbrio anglo-francês, o fim da condução europeia das relações internacionais e o surgimento de duas Superpotências com raios políticos de alcance planetário, EUA e URSS (SARAIVA, 1997).

Antes da definição da polaridade EUA-URSS, que só fica clara a partir de 1947, houve uma tentativa de concerto anglo-americano, em março de 1943, momento em que já se procurava por uma nova era das relações internacionais e em que foram discutidos, em Washington, o futuro da Alemanha e as reivindicações territoriais dos soviéticos. Na ocasião, Roosevelt propôs um diretório de quatro: EUA, Grã-Bretanha, URSS e China, ideia que lembrava o Concerto Europeu do século XIX e as ideias do Congresso de Viena de 1815. Surgiu também a ideia de um projeto federativo para a Europa, proposto pela Polônia, que Moscou prontamente recusou, temendo a reconstrução do “cordão sanitário” do período pós-1918 e já vislumbrando as possibilidades de projeção da URSS na região. De Gaulle reclamou da ausência da França no diretório.

As conferências internacionais de Moscou, Cairo e Teerã, no segundo semestre de 1943, mostraram a fragilidade da aliança entre as Potências ocidentais e a URSS: os EUA reapresentaram as teses idealistas wilsonianas de estabelecimento de um organismo internacional de segurança coletiva para resolver problemas territoriais; a Grã-Bretanha preocupava-se com a expansão soviética; e a França, com governo exilado em Londres, já não tinha voz.

A Declaração de Moscou não incluiu nada a respeito de renúncias a zonas de influência e se resumiu a três pontos: a capitulação total da Alemanha, a ocupação de seu território pelos três aliados e o desarmamento completo. A Declaração do Cairo adicionou o Japão, exigindo a devolução de todas as conquistas japonesas do projeto da Grande Ásia, especialmente dos territórios tirados da China, como a Manchúria e Taiwan.

Por fim, em Teerã, a Grã-Bretanha propôs a criação de três organizações regionalizadas (na América, na Europa e na Ásia), mas os EUA recusaram, pois insistiam numa instituição de raio mundial, que, por meio de um diretório composto entre os Quatro Grandes, atuaria como a “polícia do mundo”. Os EUA também recusaram a tese do federalismo europeu. Como se observa, EUA e URSS já ensaiavam, nessas discussões políticas, tornarem-se Superpotência.




Fonte de referência, pesquisa e estudos:

 
Filosofia & Teologia
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