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sábado, 12 de setembro de 2020

A Unificação da Alemanha

A Unificação da Alemanha


Unificação da Alemanha – Wikipédia, a enciclopédia livre

Não seria temerário afirmar que a unificação da Alemanha, ocorrida em 1871, foi, após o Congresso de Viena, o evento mais importante da política internacional do século XIX. A unificação alemã provocou o desmoronamento dos fundamentos do equilíbrio internacional surgidos em 1815 e levou a política internacional ao retorno às lutas irrestritas do século XVIII. Ademais, seus efeitos estariam diretamente relacionados com eventos marcantes do século seguinte, como a I e a II Guerras Mundiais, a Guerra Fria e a integração europeia.

O principal temor dos franceses do século XVII era a unificação alemã. Richelieu, por exemplo, via na Alemanha unificada uma ameaça potencialmente mais perigosa para a França. A unificação, entretanto, somente foi possível porque a Prússia conseguiu, ao longo de 150 anos, construir um Estado forte o bastante para que pudesse, no fim do século XIX, almejar a preponderância entre os Estados alemães.

Também não se pode esquecer a ação deBismarck, primeiro-ministro prussiano que soube, por meio de uma política interna autoritária e uma política externa cuidadosa e pragmática, unificar a Alemanha. A maneira racional, pragmática e calculada como Bismarck conduziu a política alemã ficou conhecida como Realpolitik.

Assim, externamente, o Chanceler prussiano foi bem-sucedido em três guerras. Junto com a Áustria, atacou e conquistou territórios da Dinamarca, em 1864. Dois anos depois, a luta pelos espólios dessa conquista fez com que os austríacos declarassem guerra à Prússia. Vencedores, os prussianos conseguiram afastar a Áustria dos assuntos alemães. Continuando com a sua Realpolitik e derrotada a Áustria, Bismarck conquistou territórios e forçou os Estados alemães menores a se aliarem a ele.

Em 1871, sabedor de sua vantagem militar, Bismarck provocou os franceses. Estes declararam guerra e foram rapidamente derrotados. Como vitória, Bismarck conseguiu o apoio suficiente de que necessitava para que os outros Estados alemães aceitassem integrar-se à Prússia, formando o Império Alemão, ou Segundo Reich

Otto von Bismarck (1815-1898), o “Chanceler de Ferro”, foi o grande artífice e primeiro chanceler do segundo império alemão. Seu pai era um latifundiário de origem nobre, e sua mãe pertencia à burguesia. Em sua personalidade, fundiam-se a sutileza intelectual e o provincianismo da aristocracia conservadora. Entrou na política em 1847. Como delegado da primeira Dieta prussiana, destacou-se como um dos mais férreos conservadores. Quando eclodiu a Revolução de 1848, foi para Berlim e pediu que o rei Frederico Guilherme IV reprimisse a sublevação. Seu conselho não foi levado em consideração, mas sua lealdade foi recompensada ao ser nomeado representante prussiano na Confederação Germânica, a liga dos 39 estados alemães, em 1851. Passou a ser embaixador na Rússia em 1859 e foi designado para a França em 1862. Designado Chanceler prussiano no mesmo ano, procedeu com uma série de reformas internas e deu início à suaRealpolitik, que garantiria a vitória sobre Grandes Potências europeias, como a Áustria e a França, e conduziria à unificação alemã. Em 1890, desentendeu-se com o Kaiser (ou Imperador) em virtude do direcionamento da Política Externa do Reich, sendo demitido e deixando a vida pública.

Depois da unificação, a Alemanha desenvolveu-se de maneira significativa, sobretudo nas áreas industrial e militar. Em três décadas, o país já se mostrava a principal Potência do continente em desenvolvimento industrial e tecnológico, superando a França. Ademais, com uma intensa política de construção naval, logo as marinhas mercante e de guerra alemãs ameaçavam a hegemonia britânica no mundo.



Na virada do século, os alemães já deixavam claro que desejavam ocupar seu lugar de destaque entre as Grandes Potências, sendo fundamental para isso o estabelecimento de um império colonial e a conquista de novos mercados pelo planeta. Entretanto, as pretensões do Reich acabariam chocando-se com os interesses das Grandes Potências tradicionais – em especial, Grã-Bretanha e França –, o que levaria a Europa à Primeira Guerra Mundial, em agosto de 1914.





Fontes de referência, pesquisa e estudos:


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